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Quais as tendências de saúde para 2015?

By 18 de janeiro de 2015 Empreendedorismo
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Para entendermos em que áreas vale a pena investir nosso esforço para 2015, resolvi trazer um report publicado pela PwC, com as maiores tendências da indústria de saúde para o ano. Dentro deste report, podemos analisar que a indústria de saúde tem criado diversos produtos direto para o consumidor, como exemplo dos wearable devices e de aplicativos de mobile health.pwc-tendencias-2015

Diante deste cenário, o consumidor tem se tornado cada vez mais autônomo e responsável pela sua própria saúde, exigindo mais agilidade e eficiência do sistema como um todo. Ele quer ser capaz de checar resultados de exames pelo celular, bulas e informações de medicamentos, resumos de consultas e outros dados que deverão, aos poucos, se tornar mais acessíveis.

Para consumo deste tipo de produtos, alguns fatores são de grande importância para o consumidor final. No gráfico a seguir, é possível notar que o preço é o grande fator de decisão, seguido pela opinião de outros clientes sobre aquele mesmo produto.

Agora vamos às maiores tendências para o ano, tendo em mente o pensamento do consumidor final.

  1. Saúde DIY: Segundo a consultoria, médicos e consumidores estão prontos para uma expansão de kits pessoais de cuidado.
  2. Trocar de mobile apps para medical devices: Os aplicativos de saúde precisam passar a ser avaliados pelo FDA. Nem todos, claro, mas alguns serão beneficiados deste tipo de regulamentação e selo de aprovação.
  3. Balancear privacidade e conveniência: em uma pesquisa realizada, a PwC encontrou que a valorização da conveniência está crescendo bastante em relação à privacidade. Em caso de dieta e exercícios, ela, inclusive, supera a questão da privacidade, se apresentando como fator mais importante para o consumidor final.
  4. Reduzir custo do cuidado de pacientes mais complexos: 1% dos pacientes americanos consomes cerca de 20% de todo o budget de saúde.
  5. Colocar preço para resultados melhores: Com devidas comprovações de qualidade de serviços, drogas ou outros produtos, tende-se a se cobrar mais por isso, importando menos a marca e mais os resultados obtidos.
  6. Acesso a toda hora para todo mundo: ferramentas e soluções que permitam maior acesso a dados estão em seu melhor momento. As pessoas querem ter certos documentos disponíveis quando quiserem.
  7. Conhecer a nova classe de consumidores de planos de saúde: No Brasil, precisa-se conhecer o perfil da nova classe C, ainda pouco explorada por algumas empresas na área de saúde.
  8. “Extensor do médico”: Os médicos, como já sabemos, não conseguem, em 20 minutos, entender sobre toda a rotina do paciente. Algumas ferramentas digitais precisam ser criadas e/ou melhoradas para que a presença do médico possa acontecer, mesmo que digitalmente.
  9. Redefinir saúde para a geração dos millennials: Para cada geração, a ideia do que é saúde precisa ser revista. É necessário que as empresas de saúde entendam as necessidades deste consumidor.
  10. Realização de parcerias: Imprescindível. A realização de parcerias pertinentes está em todos os setores e é uma das maiores possibilidades do setor, aumentando a eficiência na resolução de problemas na área.
Nathalia Nunes

About Nathalia Nunes

Fonoaudióloga formada pela FMUSP, com MBA em Economia e Gestão em Saúde na UNIFESP e apaixonada por comunicação, negócios e tecnologia em saúde. Na Live, trabalho com Marketing, Pesquisa e Conteúdo, tanto na produção de materiais editoriais e de pesquisa, quanto na difusão de temas e ações relacionados a negócios em saúde.

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