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Doação de sangue aumenta com vencedores de Hackathon da FIESP/CJE

By 8 de outubro de 2014 Empreendedorismo
Instituto colabore, mhealth vence hackathon da FIESP/CJE

O Empreender Saúde entrevistou o Instituto Colabore, entidade que tem por objetivo aumentar o número de doadores de sangue e transformar este ato em uma rotina para mais indivíduos por meio de mHealth. Eles ganharam o prêmio no Hackaton, competição realizada pela Fiesp e acabaram de passar para a semifinal de um concurso mundial do Google chamado “Histórias de Sucesso”, evento em que escolhem histórias inspiradoras de empreendedorismo. Manoel Neto, um dos fundadores, foi o entrevistado e ele nos contou um pouco sobre o histórico da empresa e e os planos futuros.

Quando o aplicativo surgiu? Quem era o time na época e em quantos estão agora?

O Instituto Colabore é uma ONG, que começou a ser idealizada no final de 2011, mas foi oficialmente fundado em Janeiro de 2013 com a seguinte composição de associados fundadores:
Manoel Neto – Presidente;
Renato Oliveira – Diretor secretário;
Roberto De Souza Cavalcanti Junior – Diretor Tesoureiro;
Flávio Aguiar Santana – Conselho Fiscal;
Marco Aurélio Lopes Lima – Conselho Fiscal;
Joji Fucamizu – Suplente Conselho Fiscal;

Marta Alves – Suplente Conselho Fiscal;
Mariza Ap. Piccioni Gonçalves – Associada Fundadora;
Marlene Ferrari dos Santos – Associada Fundadora;
Romulo Henrique – Associado Fundador;
José Carneiro – Associado Fundador;

Leonel Cunha – Associado Fundador;

Essa é a lista dos presentes na reunião de fundação da ONG, mas já tínhamos mais parceiros na época que não puderam participar desta reunião, atualmente eu sou o único colaborador de tempo integral, mas possuímos mais de 50 colaboradores espalhados por todo o país (e até fora dele) que contribuem frequentemente, mas sem compromisso de frequência.

Como funciona o processo de captação de novos doadores por mHealth?

A proposta do Heroes, não é ser apenas um sistema, mas sim um movimento, onde a doação de sangue comece a fazer parte da rotina das pessoas, assim como a ida ao cabeleireiro, a visita ao dentista, queremos que as pessoas mantenham a rotina de doação de sangue, e nosso sistema vai colaborar para isso através de uma gestão completa. Ou seja, a captação de novos doadores virá por influencia de amigos e marketing direcionado para a causa.

Como funciona o sistema de avisos e acompanhamento do doador de sangue?

Na versão atual (que é apenas um MVP) utilizamos o sistema de agendamento do próprio Smartphone, e a tela principal da aplicação que mostra quantos dias restam para que uma nova doação possa ser efetuada; Para as próximas versões teremos um dashboard e sistema próprio de aviso e notificações para os doadores;

Como você vê o atual cenário de doação de sangue e como você acredita que o Heroes pode mudar isso?

Atualmente o Brasil arrecada uma média de 3,6 milhões de bolsas de sangue, a recomendação da OMS é que cheguemos pelo menos a 7 milhões, sendo o numero ideal de 10 milhões, porem atualmente não temos uma deficiência muito grande nos grandes centros e sim no interior do País. Nossa meta é atingir esse número recomendado pela OMS, mas de forma estruturada e bem distribuída em todo o território nacional.

Qual foi a importância de ganhar o Hackathon da Fiesp e o que este prêmio trouxe para a empresa?

O principal prêmio que conquistamos com essa vitória foi o apoio da própria FIESP, pois a partir disso tivemos muita visibilidade e fomos procurados por outras grandes entidades, hoje já colecionamos uma lista muito boa e extensa de parceiros.

Qual o modelo de negócios e como é a monetização?

Atualmente estamos dependendo de doações, que vem de empresas e pessoas físicas, mas temos um modelo de negócios que será ativado após o crescimento da base de usuários doadores, através dos hemocentros particulares.

Quais são os próximos passos da empresa e do aplicativo mHealth?

Primeiro precisamos conseguir um aporte financeiro (leia-se Doação) para darmos sequência no desenvolvimento, expandirmos para outras plataformas e línguas. Em seguida, continuar o trabalho de Network e parcerias, principalmente com hemocentros e parceiros internacionais.

Como a ONG se mantem atualmente?

Através da doação mensal que a Açotelha (empresa de Dourados-MS) faz e de algumas pessoas físicas que também depositam regularmente algum valor diretamente na conta da ONG.

Nathalia Nunes

About Nathalia Nunes

Fonoaudióloga formada pela FMUSP, com MBA em Economia e Gestão em Saúde na UNIFESP e apaixonada por comunicação, negócios e tecnologia em saúde. Na Live, trabalho com Marketing, Pesquisa e Conteúdo, tanto na produção de materiais editoriais e de pesquisa, quanto na difusão de temas e ações relacionados a negócios em saúde.

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