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4 maneiras para as aceleradoras serem ainda melhores

By 13 de outubro de 2014 Empreendedorismo
Aceleradoras de saúde digital

Em 2012, no início dos programas de aceleradoras, a saúde digital se tornou um foco importante e, dois anos depois, segundo a publicação da California Healthcare Foundation com documento feito pela Venture Valkyrie, cerca de 130 startups de saúde existem ao redor do mundo e, a grande maioria, como podemos imaginar, estão nos Estados Unidos. Dessas, a grande maioria foca em saúde digital e tem até dois anos de idade.

A CHCF criou um mapa com a localização das startups e, como já maginamos, a grande maioria, 31 delas, está na Califórnia. O segundo estado com maior número de aceleradoras é New York, com menos da metade, somente 12. Em terceiro, vemos Massachusetts.

Das aceleradoras de saúde que existem no mundo, cerca de 80% focam em saúde digital, mas aceitam intersecção com áreas como biotecnologia/pharma, tecnologia médica, serviços de saúde, TI em saúde e genômica. As primeiras que cresceram e viraram referência neste mercado são a RockHealth, uma das poucas sem fins lucrativos, a Blueprint Health, Healthbox, Janssen Labs e Start-upHealth.

No relatório, a autora, Lisa Suennen, cita quatro maneiras que podem fazer as aceleradoras de saúde digital se desenvolverem para produzir startups mais bem sucedidas. Como o boom de aceleradoras é tão recente, muitas delas ainda são imaturas e podem crescer de acordo com os conselhos de Lisa.

 

Maior especialização

Nós devemos começar a ver startups mais focadas em determinado tema, como, por exemplo, a Aging 2.0 Academy, para startups, geralmente em saúde digital e com soluções para envelhecimento. Com este tipo de especialização, mais atenção poderia ser dada a temas específicos, tornando o debate mais rico e diminuindo a duplicação de startups com o mesmo objetivo.

 

Programas mais intensivos e mais longos

Grupos que conseguem se conectar a outros por mais tempo são vistos como potenciais de sucesso. O programa da StartUp Health não é considerado de aceleração, mas sim de cultivo de uma comunidade de empresas. No entanto, por ser um programa de três anos, apresenta altas taxas de sucesso.

 

Mais modelos de colaboração

As aceleradoras poderiam, segundo Lisa, investir em modelos que possibilitem a co-criação entre clientes/patrocinadores com os empreendedores. A NYC Pilot Tech, por exemplo, faz combinações entre instituições de saúde e startups que podem entregar a melhor solução.

 

Desenvolvimento de mentalidade de fundo de investimento

À medida que as startups se desenvolvem para a realização de seed funds e de early-stage financiamento, elas devem passar a adotar a mentalidade de serem metrificadas pelos retornos financeiros que as empresas beneficiadas apresentam e com o fluxo de caixa para que a empresa se sustente a longo-termo.

Nathalia Nunes

About Nathalia Nunes

Fonoaudióloga formada pela FMUSP, com MBA em Economia e Gestão em Saúde na UNIFESP e apaixonada por comunicação, negócios e tecnologia em saúde. Na Live, trabalho com Marketing, Pesquisa e Conteúdo, tanto na produção de materiais editoriais e de pesquisa, quanto na difusão de temas e ações relacionados a negócios em saúde.

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