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Como o papel é o vilão dos consultórios na busca por eficiência

By 3 de maio de 2019 Colunas

Item imprescindível nos consultórios médicos até pouco tempo atrás, os documentos em papel se transformaram em um dos principais problemas que os médicos precisam lidar no dia a dia de suas tarefas. A quantidade cada vez maior de informações faz com que os profissionais de saúde tenham que lidar com questões que englobam a dificuldade de armazenamento desses registros, o risco de um documento se extraviar ou se perder e até a dificuldade de comunicação por conta da caligrafia médica. Os prontuários eletrônicos integrados aos certificados digitais resolvem grande parte deste verdadeiro problema. Confira cinco exemplos que mostram porque o papel impede a eficiência de seu consultório:

1 – Otimização do espaço físico

O primeiro passo para melhorar a experiência do paciente começa justamente pela disposição do espaço físico do consultório. O local precisa passar tranquilidade e conforto para a pessoa, pois assim ela consegue transmitir todos os detalhes ao médico, que por sua vez consegue fazer um melhor diagnóstico. Quem possui muitos documentos em papel, como histórico e receitas, precisa armazená-los em pesados arquivos físicos que tomam uma quantidade considerável do ambiente e ainda cria um clima mais impessoal na relação com seu paciente.

2 – Informações com mais segurança

Por mais cuidadoso que seja o profissional, papéis se perde conforme as pessoas vão manuseando pastas e arquivos. Além disso, falhas na comunicação com parceiros e pacientes também são comuns devido à caligrafia médica e falta de documentos em diversos procedimentos. A digitalização é uma das principais alternativas para resolver este ponto por permitir que os documentos ganhem uma cópia virtual, com fácil acesso por parte do médico, mas com menos risco de extravio graças às camadas de segurança oferecidas nas principais soluções tecnológicas do setor.

3 – Dados centralizados e de fácil gestão

Informações disponibilizadas no papel são dados de um determinado paciente, receita médica, gestão, entre outros. Com o avanço da tecnologia, os profissionais de saúde também identificaram as vantagens de cruzar diferentes documentos e informações para gerar insights relevantes para a tomada de decisão na gestão do consultório. O problema é tentar fazer esse cruzamento de dados de forma manual com todos os arquivos físicos presentes no local. Existem diversos recursos que automatizam esse processo, mas para funcionar eles precisam que todas as informações estejam disponíveis digitalmente.

4 – Expediente mais flexível

Antigamente, se um médico quisesse estudar um caso mais profundamente, ele era obrigado a pegar todos os arquivos referentes ao tema, leva-los para casa ou em sua viagem a congresso e começar a lê-los de forma ininterrupta. Resumindo: era um trabalho cansativo e de alto risco, uma vez que ele poderia esquecer um documento qualquer que prejudicaria a evolução da investigação. Com a digitalização e o advento da computação em nuvem, a situação se inverteu atualmente: ele pode acessar todos os dados necessários com um dispositivo conectado à Internet, por exemplo.

5 – Antenado com as novas tendências

Por fim, a utilização do papel no consultório inibe os profissionais a adotarem e estimularem soluções tecnológicas e inovadoras no setor de saúde – afinal, não há sequer espaço físico para novos recursos em ambientes assim. Entretanto, a digitalização de documentos e a popularização dos prontuários eletrônicos são, dia após dia, tecnologias essenciais na rotina médica, oferecendo praticidade, eficiência e segurança aos envolvidos. A partir daí, o seu uso frequente quebra o receio dos médicos, fazendo com que eles enxerguem com outros olhos todas as vantagens que a Internet e as novas tecnologias têm a oferecer.

Tiago Delgado

About Tiago Delgado

Tiago Delgado é sócio-fundador da Medicina Direta, empresa especializada em gestão e serviços digitais para clínicas e consultórios. É formado em Comunicação Social pela ESPM e Mestre em Marketing pela Universidade de Birmingham, na Inglaterra. No Reino Unido, atuou como gerente de comunicação de contas como Mercedes-Benz e Audi.

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