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Telerradiologia: quatro passos cruciais para a estratégia

By 6 de setembro de 2016 Medicina Diagnóstica, MV

A telemedicina, uma das principais tendências para a Saúde, já é amplamente adotada no Brasil na área de diagnósticos, dentro da telerradiologia. “Há empresas que só trabalham com laudo remoto”, comenta Claudio Giulliano, sócio da Folks.

O Conselho Federal de Medicina (CFM) já estipula regras e condutas sobre o tema. “É comum ver médicos radiologistas trabalhando de casa, mas não pode haver laudos de ultrassonografia”, contextualiza o especialista. “Tecnologicamente, a telerradiologia se torna cada vez mais fácil, graças à ampliação da velocidade dos links de comunicação e da capacidade dos equipamentos”, completa.

Para uma estratégia de telemedicina diagnóstica, é preciso considerar quatro aspectos:

  • PACS: o primeiro passo é implantar um Sistema de Comunicação e Arquivamento de Imagens (PACS, da sigla em inglês) para capturar, armazenar e distribuir as imagens coletadas nos exames. Por meio do sistema, é possível visualizar os resultados remotamente, o que permite ao médico fazer o laudo à distância, dependendo somente de uma conexão com a internet. Isso leva ao segundo item necessário.
  • Link de comunicação: para que a telerradiologia funcione, é essencial haver uma rede de  internet de alta qualidade e desempenho. “As especificações do link vão variar conforme o volume e o tamanho das imagens”, aconselha Giulliano.
  • Definição de processos: é essencial entender como será o monitoramento e qual a disponibilidade dos profissionais – se eles serão próprios ou terceirizados -, além de estipular os protocolos exclusivos.”É preciso haver uma definição detalhada, de acordo com o tipo de exame que será introduzido no sistema de telerradiologia”, contextualiza o especialista.
  • Portal de exames: para quem quer avançar no PACs, o portal de exames é um espaço de comunicação entre entidade e o paciente e pelo qual é possível ter acesso remoto aos laudos e às imagens, assim como já ocorre com os laboratoriais. “Os portais ainda não foram amplamente adotados, estão presentes só nos centros e hospitais mais avançados, porque demanda uma base tecnológica integrada importante”, finaliza.
MV

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