O Instituto de Medicina dos Estados Unidos (IOM) fechou contrato de US$ 989 dólares para estudar como os registos eletrônicos de saúde e outras tecnologias podem ajudar a evitar erros médicos. O projeto foi anunciado na última quarta-feira (29) pelo Gabinete Nacional de TI em Saúde (ONC, na sigla em inglês), que está encarregado de coordenar os esforços federais em relação ao estudo.
A iniciativa pretende assegurar que a área de TI em saúde possa atingir todo o seu potencial para melhorar a segurança do paciente.
O estudo vai examinar aspectos como prevenção e notificação rápida de erros. Além de fazer recomendações sobre os potenciais efeitos das políticas governamentais e ações do setor privado em maximizar a segurança do paciente.
Dentre os itens a serem analisados estão:
-síntese dos efeitos que a tecnologia em saúde tem sobre a segurança do paciente;
-estratégias destinadas a promover a segurança por meio da tecnologia;
-identificar as abordagens para a prevenção de problemas relacionados À TI;
-prevenção de erros;
-identificar abordagens de vigilância e atividades que visam a detecção dos problemas de segurança do paciente;
-identificar o potencial das entidades do setor privado, tais como organismos de certificação e acreditação, bem como organizações de segurança do paciente e associações profissionais e comerciais do setor;
-discussão entre autoridades e possíveis papéis para os principais órgãos federais, incluindo a Food and Drug Administration (FDA), a Agência de Investigação de Saúde e Qualidade (AHRQ), e os Centros de Serviços da Medicina (CMS).
*Com informações da InformationWeek (Nicole Lewis)
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