Termina hoje (20/01) o curso, promovido pela Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, voltado à capacitação em Vigilância Epidemiológica das Hepatites Virais. O treinamento, destinado a 75 técnicos das secretarias estaduais e municipais de saúde de todo o Brasil, tem como objetivo aumentar a capacidade do Sistema Único de Saúde (SUS) nas ações contra estes agravos, também foram incluídos nos curso conteúdos sobre a padronização do diagnóstico, controle e prevenção das hepatites. As hepatites são doenças infecciosas que levam à inflamação do fígado, podendo causar a morte. A distribuição da doença é mundial, sendo que a ocorrência dos diferentes tipos varia de região para região.
No Brasil, estima-se que cerca de 1,5 milhão de pessoas possam ter tido contato com o vírus da hepatite C e, mesmo assim, desconhecer que tenham sido infectadas. A hepatite C é transmitida por um vírus que ataca o fígado.
Pessoas que receberam transfusão de sangue antes de 1993 podem estar contaminadas e, por isso, devem procurar um posto de saúde. Como não há vacina contra a doença, a única forma de evitar é prevenir-se não compartilhando seringas, além de exigir material esterilizado nos salões de beleza, lojas de tatuagem e piercing e sempre usar camisinha nas relações sexuais.
No caso da hepatite B, também transmitida por um vírus e que pode evoluir para a forma crônica, a vacina, de fabricação nacional, está disponível no SUS e é aplicada em recém-nascidos, bem como nos menores de um ano e adolescentes entre 11 e 19 anos de idade.
Para o Ministério da Saúde, a difusão de informações sobre prevenção é uma das principais formas de controle da doença.
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