A humanização da Medicina é um dos grandes desafios dos tempos atuais. E um dos caminhos para se alcançar esse ideal está na adoção pelas universidades de métodos ativos de ensino/aprendizagem como o PBL (problem based learning) já conhecido no Brasil como ABP (aprendizagem baseada em problemas). Isso é o que defendem os professores Hissachi Tsuji e Rinaldo Henrique Aguilar da Silva, da Faculdade de Medicina de Marília, autores do livro “Aprender e Ensinar na Escola Vestida de Branco – Do Modelo Biomédico ao Humanístico” (Editora Phorte), que acaba de chegar às livrarias de todo o País.

A ABP é bastante evoluída em países como Canadá e Estados Unidos, e é utilizada hoje em mais de 350 escolas de Medicina espalhadas por todo o mundo. Apesar disso e dos ótimos resultados alcançados, muitas instituições brasileiras ainda resistem em implantar essa metodologia.

“Temos atualmente cerca de 40 cursos de Medicina no Brasil que já adotaram esse processo”, conta Tsuji. “Diferentemente do método tradicional, na ABP desde o primeiro ano o estudante vivencia o cenário prático da profissão”, acrescenta.

Ficha Técnica:

“Aprender e Ensinar na Escola Vestida de Branco”

Editora: Phorte

Autores: Hissachi Tsuji e Rinaldo Henrique Aguilar da Silva

Páginas: 240

Preço sugerido: R$ 44,00