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Apostas para 2018 – 7 tendencias em Planejamento Estrategico

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Sabemos que 2018 será mais do que um ano de grandes mudanças, será um ano de superação. Ferramentas como o Planejamento Estratégico serão fundamentais especialmente para os sistemas de saúde, que por conta de sua complexidade, demandam atenção antecipada aos desafios do futuro. Para 2018, acredito que esses 7 temas terão forte presença nessas discussões.

Composição Sistemica – Temos acompanhado o crescimento exponencial de importantes instituições de saúde do nosso país. E com esse crescimento, novas estratégias tem sido desenvolvidas. Estamos evoluindo do conceito que enxerga o hospital como uma única grande célula, capaz de crescer apenas em torno de si mesma. Hoje vemos a formação de diferentes núcleos, que se interligam e se complementam, compondo um grande organismo.

Além de mitigar desafios como o alto custo do m² e baixo estoque de área física e  potencial construtivo, essa composição favorece o aumento da capilaridade do sistema, criação de centros especializados, melhoria da experiencia do paciente e maior eficiencia.

Realidade Virtual – o uso de ferramentas de realidade virtual no contexto hospitalar não significa apenas um incremento tecnológico. Mas o entendimento de que um tema de tamanha complexidade como o planejamento hospitalar, demanda ambientes colaborativos e multidisciplinares e o uso de ferramentas que aproximem as práticas projetuais dos mais diversos profissionais e usuários do ambiente de saúde.

Parcerias Estratégicas – diante deste panorama de transformações intrínsecas ao modelo do sistema de saúde, veremos o surgimento de alianças importantes entre instituições. Essas parcerias podem trazer inúmeros benefícios de mercado e operacionais, mas podem também prover maior estabilidade, capital político e capacidade de ação, que serão diferenciais durante o cenário de transição.

Verticalização – como resposta ao contexto de transformação, pode haver um crescimento de sistemas verticalizados. Sistemas que não são apenas provedores de saúde, mas também os fornecedores de saúde suplementar, criando maior autonomia em meio às incertezas deste cenário.

Auto-Conhecimento – com o avanço tecnológico e incremento do volume de dados gerados, que chamamos de Big Data, novas análises e resultados  fizeram com que muitas instituições notassem grandes lacunas de conhecimento sobre sua própria operação e resultados. Esse aprofundamento sobre si mesmo será ferramenta importante para planejar e direcionar o crescimento dos próximos anos.

Medicina Personalizada – a consciência da essência única de cada indivíduo aliada aos avanços científicos no campo da genética e maior foco na experiencia do paciente indicam para a evolução do cuidado personalizado. Não só para o tratamento, como também para prevenção.

Varejo da Saúde – disseminação da oferta de serviços de saúde sob demanda fora do ambiente hospitalar a custos reduzidos.

 

       
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