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Os dirigentes da Saúde em nosso País e os gestores dos sistemas assistenciais têm se inteirado continuamente do surgimento de novas formas de prestação de serviço de saúde, recomendando ações destinadas à promoção da Saúde e à prevenção das enfermidades, procurando assim oferecer aos cidadãos ambientes e relações sociais voltadas a melhor qualidade de vida.
No entanto é nítida a percepção da carência de pesquisas que venham modelar uma nova produção de serviços assistenciais, que defina e esclareça práticas inovadoras nos conteúdos das ações, tecnologias e recursos, voltados concomitantemente a uma sólida e abrangente reengenharia nos atuais mecanismos de formação e capacitação dos futuros profissionais. Esta afirmação nos leva a alertar a todos empreendedores, sejam públicos ou privados, que estamos executando ações para o futuro ?copiando o passado? e incorporando práticas e recursos manifestamente superados e obsoletos?. Como exemplo, insistir na construção – em curso! ? de hospitais com quinhentos leitos, sem qualquer prevista conexão em rede com EAS que tenham capacidade resolutiva, ou que referenciem a uma progressão, a uma resolubilidade maior ? caso necessária! ? segundo o estado e nível de complexidade do paciente!
Na execução dos processos de produção de serviços que compõem a cadeia de fornecimento específico a cada paciente, aos profissionais de saúde compete gerenciar a qualidade dos eventos clínicos que determinam os resultados esperados e a serem obtidos.
Ao lado dos eventos clínicos recomendamos, deverão estar alinhados aos profissionais de ?engenharia de produção?, que gerenciarão melhorias no desempenho dos processos de serviços pelos profissionais de saúde envolvidos, criando na empresa uma cultura de ?produção enxuta? e perseguição de soluções inovadoras, agregando valor ?no fazer!?, de forma a consolidar a confiança e segurança aos consumidores dos serviços de saúde.
Entendemos que um projeto de ?redesenho? na cadeia assistencial, na formação acadêmica do quadro de profissionais e nas pesquisas por inovações, a Universidade deveria assumir este encargo desafiador, exatamente por dispor de docentes com diferentes competências e experiências e jovens ávidos por uma formação inovadora, em elenco multiprofissional, que incentive a criatividade e o novo conhecimento, baluartes, de sua missão!

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