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Tendências em Saúde: o que sua empresa estará fazendo daqui a 10 anos?

Créditos: shutterstock
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“Nada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia, tudo passa tudo sempre passará (…) Tudo que se vê não é do jeito que a gente viu há um segundo, tudo muda o tempo todo no mundo”.

Você deve se lembrar: essa é uma canção que estourou nos anos 80. Mas que a bem da verdade deveria ser a trilha sonora dos nossos tempos.

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Quando falamos em mundo digital, a única certeza absoluta que temos hoje é a de que podemos estar errados com relação ao futuro. Talvez seja por isso que o tal do “longo prazo” esteja ficando cada vez mais raro nas empresas. Pouco se fala nele.

Muito do que se dava como certo há dez anos, não aconteceu – pelo menos não com toda aquela força imaginada. Enquanto isso, muita coisa que não se imaginava, acabou surgindo e pegando meio mundo de calça curta.

Peguemos o exemplo da música. Quando todo o mercado acreditou que havia entendido que o jeito de ganhar dinheiro no meio digital era vendendo download de MP3, o modelo de negócio mudou para o Streaming – que hoje já representa o mesmo em faturamento que o formato MP3. Segundo o Credit Suisse, em 2020 o Streaming (Deezer, Google Play etc) irá faturar US$ 20B sozinho contra US$ 5B do MP3 e Físico juntos.

Fazer o que? Bem, não dá para ter certeza de nada, mas um santo remédio para não tomar um susto desses de novo é ajudar a co-criar o futuro. Ficar no convés procurando um iceberg com binóculos para então desviar dele não funciona. Até porque o novo é inevitável.

Uma coisa interessante que cada vez mais empresas grandes estão fazendo, dentro e fora da área de Saúde, é pular na água fria e ajudar a construir o bloco de gelo. Pode parecer um contra-senso. Mas o fato é que elas pretendem estar vivas daqui a dez anos. E não querem ver seu valor de mercado derreter tão rápido.

Então vão construindo suas próprias aceleradoras (como a Cia. Porto Seguro), patrocinando aceleradoras já existentes (como a Berrini), organizando Hackatons ou adquirindo startups prontas e já testadas (como fez essa semana o grupo de Educação Kroton ao adquirir a Studiare).

O info que escolhi essa semana joga um pouco de luz nessa questão da mudança. Ele mostra que o famoso quinteto internet – social – mobile – cloud – big data é apenas a base para o que está por vir. E muita coisa virá. Saber interpretar tudo isso à luz do comportamento humano (que é uma questão crucial), dos modelos de negócio possíveis (que é uma questão nevrálgica) e da aderência ao ambiente de negócio existente (por exemplo, Saúde) é a lição de casa de quem quer vazar rápido de um novo Titanic. Valeu!

Muitas das inovações apresentadas abaixo são consideradas tendências em saúde: 

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