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PROFISSÕES DO FUTURO

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Mudando a perspectiva dos últimos artigos publicados no Blog, hoje quero abordar um assunto interessante que são as ?Profissões do Futuro?.Essa lista pode ser obtida nos sites WWW.latini.com.br ou WWW.fastfuture.com. O aspecto que eu quero comentar é a necessidade de uma regulamentação futura, que reflita as necessidades de momento, na velocidade que o mercado espera. Esse assunto pode lhe parecer distante agora, mas em poucos anos, estará batendo à sua porta, seja através de lacunas na legislação, seja numa enorme dificuldade em encaixar o que o futuro nos reserva na moldura que usamos hoje, a qual já está defasada em relação às tecnologias de avanços mais recentes.  Não obstante, essa não é uma prerrogativa brasileira. Todos os governos do mundo têm a mesma dificuldade, seja em maior ou menor grau. Resumindo: os marcos regulatórios nunca avançam na velocidade e na necessidade do mercado. E várias dessas Profissões do Futuro dependerão de marcos regulatórios mais atualizados e flexíveis. Um exemplo pode ser a profissão número 1 da lista: Engenheiro Biomédico. Como desenvolver novas propostas de próteses, substitutos artificiais de partes naturais do nosso corpo, se a legislação fica amarrada numa época em que tudo isso era pura ficção? E os Medicamentos obtidos a partir de organismos geneticamente modificados?  Portanto, cabe à sociedade organizada elaborar alguns cenários possíveis, verificar o que será necessário para que esses cenários se concretizem e, a partir daí, colaborar com as autoridades governamentais (em conteúdo, treinamentos e cobranças), para que os marcos regulatórios estejam prontos quando forem necessários. Em resumo, é preciso fazer a lição de casa. Do contrário, seguiremos num cenário reativo, onde sempre estaremos aquém das necessidades e os marcos regulatórios, ao invés de servirem de balizas orientadoras e combustível para os projetos, continuarão a ser encarados como o freio de todo o processo. O cenário regulatório mudou e jogar no risco passou a ser um péssimo negócio. O que vale agora são jogadas estratégicas, inteligentes, elaboradas com o melhor que a Ciência e o Direito podem nos fornecer para termos o ambiente regulatório ideal que nos permita o desenvolvimento, o barateamento dos produtos e processos, com um reflexo positivo para o governo, as empresas e, principalmente, para os pacientes. 

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