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O que aprendi com o Lobo de Wall Street

Créditos: Flickr | Goksan Ozman
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No domingo, dia 26 de setembro, tive o prazer de participar de um evento promovido pela Experiência de Sucesso, que trouxe o Lobo de Wall Street para o Brasil. Sem fazer julgamentos, a história de Jordan Belfort, o Lobo de Wall Street, é digna de nota não só porque ele fez fortuna do zero, mas também porque ele soube se reerguer após sair da prisão.

É indiscutível que Jordan Belfort tem um talento natural para vendas, talento este que foi aperfeiçoado com a prática e que foi transformado num método chamado “straight line”, cujo objetivo é manter os clientes seguindo uma linha reta até fechar o negócio. Neste método, desenha-se uma linha superior e inferior à linha reta e, desde que o cliente fique entre a linha superior e inferior e movendo-se adiante, o vendedor está no controle das vendas que estão sendo realizadas. O que deve-se evitar a todo custo é sair destas linhas, porque aí é o comprador que está no poder da negociação.

Ensinar pessoas a se tornarem fantásticas vendedoras foi o que tornou Jordan Belfort extremamente bem-sucedido. Mas o que mais impressiona é a sua incrível capacidade de resiliência.

Aos 20 e poucos anos, ao abandonar a faculdade de odontologia, decidiu vender torta de carne congelada. No primeiro dia de vendas, observou o vendedor veterano a não vender torta alguma e a terminar o dia amargurado. Já Jordan vendeu treze tortas de carne para a primeira cliente e terminou o dia tendo um cliente querendo comprar seu caminhão. Logo, estava com seu próprio negócio de carne congelada, com mais de 20 caminhões trabalhando para ele. Com poucas habilidades de gerenciamento e péssima gestão de seus funcionários, perdeu seu negócio com a mesma velocidade que o construiu e terminou quebrado.

Como estava à procura de muito dinheiro, buscou seu próximo emprego em Wall Street, onde após conseguir um ótimo emprego como corretor, viu seu sonho desabar com a Black Friday, que levou a corretora onde trabalhava à falência, e acabou desempregado, sem ter vendido uma única ação.

Após a quebra, a única corretora que estava contratando era especializada em “penny stocks, ações de empresas menores que valiam centavos. Ao vender em seu primeiro dia mais de USD 4.000 em ações, que lhe renderam 50% de comissão, seu caminho para o sucesso financeiro estava traçado.

Revejam esta cena histórica do filme “O Lobo de Wall Street”, de 2013, protagonizado de forma brilhante pelo ator Leonardo DiCaprio e dirigido por Martin Scorsese.

Na cadeia, Belfort dividiu a cela com um comediante famoso, que após escutar suas histórias para passar o tempo, sugeriu que ele escrevesse um livro. Como julgava não escrever bem, leu um livro de Tom Wolfe e gostou tanto do estilo, que resolveu escrever seu livro baseado na forma irônica de Wolfe – considerado um dos criadores do New Journalism (novo jornalismo), movimento jornalístico dos anos 60 e 70 que tinha como característica misturar a narrativa jornalística e literária.

Aí nascia o livro “O lobo de Wall Street”.

Ao sair da prisão, iniciou uma bem-sucedida carreira de palestrante e consultor de força de vendas com diversos negócios ao redor do mundo.

E, você, aprendeu alguma coisa com Jordan Belfort?

Comentários ou Sugestões: fernando@livehcm.com

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