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O enrijecimento do estado de exceção.

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Por diversas vezes me deparo com a supressão dos princípios basilares da democracia no Brasil.

Na Agências, em especial na Anvisa, a postura não é diferente.

A supressão de diretrizes constitucionais no exercício da competência normativa destes órgãos superam os clamores populares.

Não bastasse a imposição de normas em clara desobservância da legalidade, autoridades tendem atuar acima do que se propõe como moral.

Recentes atos de violação às normativas sanitárias vêm sendo relatados e questionados por empresas do mercado  da saúde. Em especial, pequenas e médias. Empresas que adotam um fluxo de competência exemplar no exercício social de suas atividades, geradoras de empregos e impostos, cada dia mais se veem orbitadas pelas sombras da incerteza do futuro regulatório. Em última instância o judiciário como mãe protetora dos desabrigados, ocasionalmente, enrijece sua postura sob tutela da Judicialização da Saúde, ofertando justificativa suficiente à popular descrença dos poderes.

Um Brasil para os brasileiros que já ultrapassa fronteiras e atinge estados soberanos à luz das certificações internacionais que atropelam a razoabilidade e segurança do ato em detrimento da competência singular do estado regulatório.

Pátria mãe gentil adormecida pela fantasiosa expectativa de dias melhores à caridade das bolsas politicas que tapam os olhos da grande massa cidadã de uma realidade sem futuro.

Assim se resume um país dotado de miséria. A pior delas.  A miséria moral!

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