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O Edifício de saúde e a viabilidade do negócio

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Todo empreendimento que pretende operar um negócio, necessita que sejam realizados estudos que apresentem sua viabilidade, ou não apontando a equação financeira tanto para sustentação do negócio, como voltado ao retorno do capital de investimento.
O negócio requisitará para a prestação dos serviços de saúde demandados pelos consumidores, uma edificação nova ou uma adequação física, voltadas a alojar os distintos setores de produção dos serviços médico-hospitalares.
A definição dos serviços a serem entregues aos consumidores indicará sua qualidade (o que! l) e a quantidade (quanto!), informações que deverão estar contidas em um Programa Operacional.
O Programa Operacional esclarece os processos (como! com o que!) que por sua vez alimentam o Programa Físico (onde!) que indica como se organizam e interfacciam os setores e seus compartimentos, informando as áreas me métricas setoriais e totais da edificação.
Aos Economistas interessam dois indicadores importantes fornecidos pelos projetistas:
? Os valores de investimento e tempos requeridos para execução do empreendimento, incluindo terreno, projetos, obras, equipamento e mobiliário, aos quais se somam os valores de custeios destinados à ?posta em marcha? até a operação plena. Estas informações são retiradas do Programa Físico que estima parametricamente os valores requeridos para o Recurso Físico até o inicio de operação.
? As receitas decorrentes da prestação dos serviços, obtidas pelos custos das quantidades produzidas e valores de sua remuneração.
Um estudo de viabilidade econômica, que simula resultados pela composição de receitas e despesas incluindo as depreciação do edifício e a incorporação de novas tecnologias – exige a participação dos arquitetos e engenheiros projetistas em cada exercício, onde novas propostas arquitetônicas sobre a edificação poderão resultar em estratégias voltadas à viabilização do empreendimento:
? Reduzir o custo das obras, simplificando fechamentos, acabamentos e ambientações, que poderão ser retomadas oportunamente, o mesmo acontecendo com as instalações prediais e especiais, projetadas para progressiva incorporação de novas facilidades.
? Criar um partido arquitetônico que permita uma operação em edifício setorial gerando clientela e imagem oferecendo no curto prazo serviços com resultados financeiros, sem prejuízo da progressiva execução do restante do empreendimento.
O exposto procura apontar a necessidade de arquitetos, engenheiros de projetos, construtoras e instaladores participarem integrados com economistas das decisões e propostas que permitam tornar os empreendimentos viáveis!

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