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Wearable devices: o futuro da assistência?

Os dispositivos vestíveis, ou wearable devices, começaram a chamar mais atenção do mercado. Em 2021, a distribuição dessa tecnologia deve chegar a 97 milhões de unidades, contra 2,5 milhões contabilizados em 2016, segundo estimativa da Tractica, empresa de inteligência de mercado. Já a receita total gerada no mesmo período será de aproximadamente US$ 18 bilhões. E ao que tudo indica boa parte desse montante será destinado a auxiliar os profissionais da Saúde em suas tarefas rotineiras e no monitoramento de pacientes com doenças crônicas.

Os wearable devices possuem biossensores que podem estar no smartphone, em um relógio, com um chip implantado sob a pele ou ingerido como uma pílula que monitoram a pressão arterial e diversos outros biomarcadores. Além de coletar os dados vitais mais simples, poderão rastrear até alterações hormonais ou no sangue, por exemplo, abrindo margem à prevenção de possíveis doenças e, em larga escala, à criação de indicadores sanitários. Porém, o acesso a informações tão individualizadas dos pacientes ainda incorre em questões éticas, que envolvem o sigilo médico e de segurança da informação.

No futuro, espera-se que os médicos possam usar biossensores para determinar o quão bem um fármaco é metabolizado pelo organismo e ajustar a dose e a frequência em conformidade com o estado de saúde do paciente, além de monitorar os pacientes remotamente, com braceletes que controlam os sinais vitais e dispositivos sem fio que determinem dados sobre os corações da mãe e do feto durante o parto.

Veja, a seguir, três wearable devices já disponíveis no mercado internacional e que fomentam essa tendência:

Auxílio no diagnóstico
A startup Biotricity criou uma solução de monitoramento cardíaco que permite aos médicos diagnosticar doenças coronárias e cardiovasculares, além de monitorar e detectar arritmias remotamente. A empresa utiliza algoritmos para identificar padrões de risco nos dados capturados e para proporcionar a gestão do cuidado por meio de novas plataformas tecnológicas.

Análise do sangue sem incisão

A Sano Intelligence, voltada ao desenvolvimento de produtos para monitoramento de saúde, desenvolveu um sensor vestível que, sem nenhuma incisão, pode ler e transmitir dados químicos do sangue para qualquer dispositivo, além de monitorar o metabolismo.

Tratamento de dores agudas

Especializada em tecnologias para terapia de ultrassom, a ZetrOZ desenvolve dispositivos bioeletrônicos portáteis para tratamento de doenças musculoesqueléticas agudas e crônicas, agindo sobre a recuperação do tecido, a aceleração do processo de cura e o alívio da dor.

Os dispositivos vestíveis, ao lado de tecnologias como Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) e checagem beira leito otimizam a gestão hospitalar, desempenhando um papel fundamental na transformação e melhora da assistência.
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