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Velha receita para quadro novo

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Velha receita para quadro novo

Em meio à atual crise, empresas renegociam contratos com operadoras de planos de saúde para reduzir o segundo maior custo com pessoas

Patrícia Sperandio Revista

Nogueira, da Kimberly-Clark: discutir o histórico de sinistrabilidade e os indicadores de satisfação dos planos

Redução de custos. Essa é a palavra de ordem em grande parte das empresas (senão em todas) no mundo inteiro diante do atual cenário de incertezas provocado pela crise financeira que começou nos EUA como uma “marola”, no pagamento de hipotecas, e acabou contaminando a economia mundial. E quando o assunto nas organizações se volta para custos, o maior entrave tem nome: saúde. O aumento periódico dos gastos com planos e seguros de saúde torna o gerenciamento de cada um deles imprescindível para manter o caixa e os colaboradores da empresa saudáveis. E, muito mais do que gerenciar esses itens do pacote de benefícios, torna-se necessário sentar frente a frente com as operadoras para renegociar contratos e criar mecanismos para que ninguém saia perdendo.

Foi o que a fabricante de papéis e produtos de higiente pessoal Kimberly-Clark começou a fazer desde o ano passado. Uma das primeiras iniciativas dos profissionais de RH da multinacional norte-americana – presente no Brasil há 13 anos – foi “arregaçar as mangas” e iniciar uma série de negociações com os fornecedores de assistência médica para reduzir o índice de 70% de sinistralidade. A prática, além de garantir nenhum .

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