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Unificação de monitores médicos permite maior assertividade nos diagnósticos

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Lançado oficialmente em 1981, o padrão Colors Graphics Adapter (CGA) permitiu que algumas poucas cores fossem exibidas em telas. No total, eram quatro principais, que possibilitavam a projeção de até 16 tons, mediante a diminuição da resolução. Três anos depois, a mesma empresa anunciou a produção de placas Enhanced Graphics Adapter (EGA), modelos revolucionários que permitiam a exibição de até 64 cores nas telas.

Quatro anos depois, em 1987, a IBM criou o modelo Video Graphics Array (VGA), que permitia a exibição de até 256 cores em uma resolução de 800 x 600 pixels.

No mercado da saúde, a presença de monitores que permitiam a exibição de imagens revolucionou o setor. Com o avanço tecnológico, cada vez mais exames podiam ser realizados, tendo suas reproduções entregues digitalmente, possibilitando maior assertividade e durabilidade. Dentro dessa área é comum a utilização de dois monitores para a visualização dos diagnósticos. Um deles, em preto e branco, possibilita maior gama de contraste e brilho, ideal para radiografias e mamografias, enquanto os coloridos são utilizados para a visualização de ultrassons, tomografias e ressonâncias, que necessitam a exibição de cores.

Atualmente, em alguns lugares do mundo, novas tecnologias permitem a utilização de apenas um monitor para laudos médicos. Com o avanço digital, é possível que seja fabricado um único monitor que, mesmo colorido, possui a qualidade de brilho e contraste necessários para a exibição de exames que requerem maior qualidade e gama de tons de cinza, preto e branco. Além disso, esse equipamento possui um tamanho maior, o que possibilita a comparação de diagnósticos, que antes era feita em duas telas, em apenas uma, garantindo maior assertividade e otimização de tempo.

Essa tendência visa, também, reduzir os custos com manutenção e assistência técnica. Quando a compra do monitor é feita em par, um em preto e branco e outro colorido, ambos precisam estar com o mesmo ajuste técnico de cores, sendo que, quando ocorre algum problema em um deles, o par precisa ser trocado para que não ocorram diferenças técnicas que podem ocasionar em um laudo falso-positivo.

       
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