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Uniemp promove curso sobre inovação farmacêutica

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A Agência de Gestão de Inovação Farmacêutica (Agif), núcleo do Instituto Uniemp que cuida do setor farmacêutico, em parceria com o Centro de Tecnologia Aplicada (CAT), vai realizar, nos dias 23 e 24 de março, o curso “Inovação Farmacêutica e Propriedade Intelectual”. O encontro é voltado a administradores, pesquisadores e técnicos envolvidos com inovação farmacêutica de todo o Brasil. O objetivo é mostrar, de forma prática e direta, os aspectos importantes da propriedade intelectual e da informação tecnológica relacionados ao processo de inovação. O curso também contará com painel e mesa redonda para discutir temas relacionados à viabilização de inovações farmacêuticas no país como infra-estrutura tecnológica e as barreiras institucionais que vêm dificultando o processo de inovação na indústria brasileira. Além disso, os especialistas apresentarão os obstáculos e soluções para a cooperação entre empresas e universidades; discutirão os desafios para o desenvolvimento tecnológico farmacêutico no país; e abordarão conceitos sobre patentes, como processo de patenteamento, análise e redação de patentes.
O encontro será das 9h às 17h, no auditório do museu do Instituto Butantan. As inscrições podem ser feitas pelo site da Agif (www.agif.com.br), pelo e-mail: info@agif.com.br ou telefone: (11) 288-0466. O preço é R$ 480,00. Pós-doutorandos e alunos de pós-graduação pagam R$ 300. No total, são cinqüenta vagas disponíveis.
Os assuntos serão discutidos por especialistas, como a diretora da Info Connection, Leila da Luz Lima Cabral; o presidente executivo da Federação Brasileira da Indústria Farmacêutica (Febrafarma), Ciro Mortella; e o prof. de Farmacologia do Instituto de Ciências Biomédicas da USP e do Depto de Farmacologia da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp, Gilberto De Nucci.
Entre os assuntos apresentados estão: “Inovação Farmacêutica e patentes: as melhores práticas das empresas multinacionais e lições para o Brasil”; “Fármacos, biodiversidade brasileira e patenteamento”; “Patentes como informação tecnológica para auxiliar a pesquisa aplicada”; e “Universidades como prestadores de serviço para a indústria farmacêutica nacional”.

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