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Tratamento para Hepatite C da AbbVie estará disponível pelo SUS

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O tratamento para Hepatite C da AbbVie, que combina os agentes antivirais ombitasvir, veruprevir/ritonavir e dasabuvir, estará disponível pelo SUS –Sistema Único de Saúde, de acordo com o anúncio feito pelo Ministério da Saúde sobre o novo PCDT- Protocolo de Diretrizes e Tratamento, para tratamento de pacientes com infecção crônica pelo vírus da Hepatite C, genótipo 1. A eficácia e o perfil de segurança deste tratamento da AbbVie para HCV foram demonstradas em seis de estudos clínicos, envolvendo um total de 2.308 pacientes em todo o mundo. É o único tratamento totalmente oral, da nova geração (sem uso de interferon), que tem sua eficácia e segurança comprovadas em estudo específico de fase 3b (“Topázio – III”) com pacientes brasileiros.

Resultados do estudo Topázio-III indicam que 97 por cento dos pacientes com fibrose hepática avançada e 96 por cento dos pacientes com cirrose compensada apresentaram cura virológica em 12 semanas de tratamento com o medicamento da AbbVie. Cura virológica significa que o vírus não é detectável no sangue três meses após a conclusão do tratamento.

Aprovado pela ANVISA em abril de 2015 e pela CONITEC (Comissão de Incorporação de Novas Tecnologias) em novembro de 2016, o tratamento da AbbVie para HCV é indicado para tratamento de pacientes com hepatite C crônica, genótipo 1, incluindo aqueles com cirrose compensada.

“A AbbVie tem um longo histórico de parceria com o Departamento de ISTs, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, e tem se esforçado para que este tratamento seja acessível ao maior número possível de pacientes elegíveis”, afirma Camilo Gomez, Gerente Geral da AbbVie no Brasil.

De acordo com estimativas do Ministério da Saúde, entre 1.4 e 1.7 por cento da população estão infectados pelo HCV, sendo mais frequente em pessoas acima de 45 anos de idade. A maioria não sabe que tem HCV, porque os sintomas aparecem quando a doença já está em estágio avançado.

A hepatite C é transmitida pelo sangue, podendo ocorrer por transfusões ou por equipamentos e dispositivos médicos não esterilizados (como seringas, ou mesmo alicates de cutículas). Estudo epidemiológico também conduzido pela AbbVie, em 2105, com 318 pacientes de oitos centros públicos de tratamento, indicou que a maioria das pessoas tratadas nesses serviços públicos de saúde apresentava sintomas da doença em estágio avançado, com fibrose hepática (52,3 por cento ) ou cirrose hepática compensada (36,5 por cento), à época do diagnóstico.

A hepatite C pode ser detectada por um exame simples de sangue, também disponível na rede pública de saúde.

 

 

       
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