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Transição de mercados

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A crise econômica que abalou o mundo nesses últimos meses não parece incomodar a GE Healthcare. No discurso do presidente e CEO global da vertical, John Dineen, embora haja um recuo nas vendas em mercados maduros, a empresa manterá a curva de crescimento. “A atuação em mercados em desenvolvimento, como o Brasil e a China, nos dará condições de equilibrar os negócios nesse momento de crise. Há uma transição de mercados”, aponta. Hoje, o mercado norte-americano representa cerca de 50% dos negócios da GE Healthcare. A tendência é que nos próximos anos essa distribuição seja mais pulverizada.
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Com o foco em mercados em desenvolvimento, as ações na América Latina e, sobretudo, no Brasil, ganham destaque nas estratégias da companhia. “Queremos ter uma atuação mais próxima aos nossos clientes, entender e atender as suas necessidades e com isso crescer. Nossa estratégia é ser uma empresa global com atuação local”, destaca Dineen.
O entusiasmo com o potencial de crescimento do setor de saúde no Brasil já se reflete na construção da nova fábrica da empresa, que será instalada em Contagem (MG) e deve ser entregue em meados de 2009. Com a produção local a empresa pretende ter mais capilaridade em solo brasileiro. “Com o fortalecimento da economia no interior do país, com o crescimento dos agronegócios e das commodities, há também um maior fortalecimento dos sistemas de saúde no interior. Esse é potencial que queremos aproveitar”, aponta a presidente da GE Healthcare para a América Latina, Claudia Goulart. Nesse cenário, a empresa enxerga o crescimento em atenção primária, nas linhas de aparelhos de ultrassonografia, mamografia e raios x.
Como estratégia para manter o crescimento global na vertical de saúde, a empresa aposta em inovação. No último ano, a empresa anunciou algumas aquisições que visaram a ampliação do portfólio da companhia para prover atenção integral em saúde. “Hoje todo o mundo tenda melhorar a eficiência dos sistemas de saúde. Para nós, isso só é possível com o desenvolvimento de tecnologias que consigam melhorar a qualidade do diagnóstico e do tratamento a um custo mais acessível. Esse é o grande desafio da saúde”, analisa Dineen. Após a estruturação do portfólio, a empresa aposta agora no crescimento orgânico e geográfico. “Em nossos segmentos de atuação, o mercado global soma US$ 4 trilhões e nossa meta é ter uma participação cada vez maior nele”, sinaliza o CEO.
No Brasil, esse crescimento já pode ser percebido. “No último trimestre, a empresa alcançou um crescimento de 50% em relação ao mesmo período do ano passado. Em 2008, o índice ficará em torno de 20% e 30%”, afirma Claudia. “O mercado brasileiro nos entusiasma. Sempre estivemos aqui, nos bons e nos maus momentos, e conseguimos manter o crescimento. Agora não será diferente”, conclui o executivo.
 

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