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Transexual tem direito de escolher o nome de tratamento

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O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) aprovou nesta quarta-feira (11) a Resolução nº 208/2009 que garante o direito do paciente travesti, transexual e pessoa que apresenta inadequação ao sexo biológico, de usar o nome pelo qual prefere ser chamado. Ou seja, independente do nome que consta no registro civil.
Dentre as garantias de assistência em saúde para esse público, a Resolução visa o atendimento psicossocial, o tratamento psiquiátrico e psicoterapêutico, o tratamento e acompanhamento médico-endocrinológico, as intervenções cirúrgicas e outros procedimentos estéticos ou reparadores.
O que já é feito
A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo mantém desde junho deste ano um ambulatório com foco em transexuais. As especialidades médicas de urologia, proctologia e endocrinologia (terapia hormonal) já realizaram mais de 400 atendimentos. Além disso, existe a possibilidade de encaminhamento para a realização de cirurgia de transgenitalização, realizada no Hospital das Clínicas da FMUSP e de cirurgia de remoção de silicone industrial, realizada no Hospital Diadema.
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