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Top Hospitalar: saber fazer filantropia faz a diferença

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Cada uma das 25 categorias do prêmio Top Hospitalar traz uma aposta diferente sob a visão dos seus finalistas. No caso da categoria Hospital Filantrópico, a instituição Israelita Albert Einstein destaca a implantação do seu novo modelo de filantropia para ser top e entrar para a história. “No ano de 2009, o hospital implantou esse novo modelo- baseado no Decreto 5.895/06 – com investimentos de R$ 101 milhões, possibilitando o crescimento dos atendimentos na atenção primária de saúde na cidade de São Paulo. Na parceria com a Estratégia de Saúde da Família (PSF), houve um crescimento de 27,9% no número de atendimentos em relação a 2008; já os procedimentos realizados nas AMA´s – Assistência Médica Ambulatorial – cuja gestão está a cargo do Einstein, houve um crescimento de 78,4% em relação ao ano passado”, afirma o presidente do Albert Einstein, Claudio Lottenberg.

Ao longo de 2009, o hospital também desenvolveu ações com a implantação da Metodologia Six Sigma e do Sistema Geral do Hospital – SGH, além de implementar processos que auxiliaram e favoreceram a melhoria no gerenciamento de riscos e controles internos.

Um dos destaques comentado por Lottenberg é continuidade ao seu plano de expansão, cujos investimentos ultrapassaram a marca de R$ 325 milhões investidos na compra de terrenos, edificações e equipamentos médicos. “Como exemplo disso, nós inauguramos o Pavilhão “Vicky e Joseph Safra”, que trouxe ao mercado de saúde um novo conceito de atendimento, baseado na medicina ambulatorial; implantamos também um novo modelo de atendimento nos consultórios.”

Com tantos projetos postos em prática, o hospital só poderia ter sido reacreditado pela Joint Commission International. E para incrementar o seu portfolio, o Einstein contou com a acreditação pelo College of American Pathologists para o Laboratório Clínico. “Na área de diagnóstico por imagem, obtivemos a acreditação pelo American College of Radiology para os serviços de ultrassom e mamografia”, ressalta o executivo.

E é por essa qualidade de medicina realizada ao longo dos mais de 30 anos de atuação do hospital que Lottenberg acredita na vitória do prêmio. Segundo ele, o Einstein conta com corpo clínico altamente capacitado e que, por meio das parcerias com o poder público, transfere toda excelência para a população mais carente do País.”

Em 2010 os planos não são diferentes. O hospital prevê a conclusão do auditório e prédio administrativo, inauguração da unidade de Perdizes, adição de mais 100 leitos à unidade Morumbi, início da obra da nova unidade de Alphaville, humanização e ambiente físico focado na necessidade de pacientes e familiares a partir da implantação da filosofia Planetree. “Vamos ampliar também a oferta de serviços diagnósticos e expandir a área de cursos latu sensu. Temos como meta chegar à marca de 60 congressos científicos realizados e expandir o programa Six Sigma”, conclui Lottenberg.

Mas para o Hospital Sírio-Libanês, essa categoria tem outro dono. O superintendente corporativo e diretor de filantropia da instituição, Gonzalo Vecina Neto, aposta que o investir no crescimento profissional aliado ao investimento na qualidade de vida dos colaboradores, como por exemplo, Curso de Inglês para um grande número de funcionários, ainda que não seja pré-requisito para o exercício da função fez toda a diferença na gestão do Sírio-Libanês em 2009. Assim como o fortalecimento das ações de Responsabilidade Social, como é o caso das ações de conscientização ambiental junto aos colaboradores, clientes e parceiros.

“Nossa gestão também se fez diferenciada no ano passado com o plano de expansão do HSL e das Ações Filantrópicas para cerca de 90% do território brasileiro, por meio de projetos em parceria com o SUS”, conta Vecina.

E é por isso que o Sírio se diz honrado em ser indicado ao Top Hospitalar, pois desde sua criação, há 89 anos, sua missão é filantrópica. Desde 2003 atua em parceria com o SUS estando sincronizado com a nova legislação há mais de cinco anos. “As principais metas do HSL são a transferência de conhecimento e tecnologia para o Sistema Único de Saúde, por meio da qualificação e treinamento da Rede Pública, visando com isso levar a todo o país a medicina de ponta que hoje exerce em São Paulo.”

Em seus projetos, segundo Vecina, o Hospital Sírio-Libanês não faz distinção de tratamento para pacientes encaminhados pela rede pública, seja em acomodação, equipe médica ou uso da tecnologia.

Neste ano, o executivo aposta na continuidade dos 19 projetos hoje em curso e na prevista intensificação de alguns outros, como os cursos de Urgência e Emergência para profissionais do SUS e o fortalecimento do projeto de atendimento a pacientes com câncer de mama. “Também haverá a implantação do curso sobre Sistema de Regulação, Auditoria e Controle para 1.000 profissionais da rede pública de saúde de todo o Brasil”, afirma Vecina.

Já o terceiro finalista da categoria Hospital Filantrópico, Hospital Alemão Oswaldo Cruz, afirmou por meio de sua assessoria de imprensa que por razões estratégicas optou por não participar da matéria.

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