Referências da Saúde Quem foram os premiados da edição 2016? Confira agora

Top Hospitalar: driblando os concorrentes

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Atualmente, o setor da saúde é responsável por cerca de 5% do PIB nacional, número que demonstra a importância deste segmento da economia do Brasil. Mesmo com essa força, o mercado carecia de um estudo que premiasse, de acordo com a opinião dos que vivem essa realidade, aqueles que são referência em sua gestão.

Acontecendo desde 1997, o Top Hospitalar tem o objetivo de promover os melhores em todas as esferas do setor. Na autogestão não é diferente. Concorrente da categoria, a Assistência Multidisciplinar de Saúde (AMS), autogestão da Petrobras, acredita que pode entrar para a história. Prova disso é o aumento da disponibilização de rede conveniada para o beneficiário que passou de 12 mil para em torno de 30 mil credenciados.

Segundo o gerente de Saúde e Assistência Médica da AMS, Miguel Agrelli de Siqueira, em 2009 houve a introdução do benefício farmácia com o objetivo de auxiliar os seus credenciados no custeio e na aquisição de medicamentos para patologias crônicas mais frequentes. “Esses beneficiários passaram a receber medicamentos em casa sem custos adicionais. E ainda, começamos a oferecer cobertura não só odontológica como Ortodontica e Implantodontia, mas também de fonoaudiologia, psicoterapia, terapia ocupacional, tratamento da dependência química e o PAE [Programa de Auxilio ao Excepcional], criado para apoiar  e atender os filhos ou dependentes  inscritos no plano portadores de necessidades especiais sem  limites de cobertura.”

Siqueira também destaca o auxílio financeiro de três salários mínimos para o titular custear outros tratamentos necessários. Todo esse atendimento personalizado faz da AMS uma autogestão diferenciada. “Esse atendimento inclui abrangência nacional, mesmo nas regiões cujos recursos são precários. Trabalhamos de forma desburocratizada e ágil na grande maioria das autorizações via Call Center com disponibilização de senha no ato. São diversas as ações que nos diferenciam no mercado”, avalia.

As ações não param de ser projetadas. Em 2010, a meta da AMS é a adoção de novo modelo de carteira de usuário do plano sob a forma de cartão magnético com foto e digitalização. E ainda, espera-se disponibilizar um portal exclusivo com bandas para o beneficiário e para o credenciado, com disponibilização de seus extratos de pagamento eletrônico.

Assim com a AMS, a Cassi também entra na disputa pelo prêmio apostando em novos serviços. No último ano, a instituição de autogestão ampliou o número de CliniCASSI de 46 para 58. Foram realizados mais de 26 milhões de procedimentos médico-hospitalares e atendidas 817 mil pessoas em todo o País. “Além disso, nossa Central de Relacionamento, que funciona 24 horas durante todos os dias da semana, atendeu mais de três milhões de ligações. O diferencial da Cassi está não só na quantidade, mas na qualidade dos serviços prestados. Em 2009, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) classificou a instituição entre os melhores planos de saúde do País, ocupando o seleto grupo de apenas 19% das operadoras médico-hospitalares incluídas nos dois patamares superiores de pontuação”, argumenta o presidente da Cassi, Hayton Jurema da Rocha.

De acordo com o executivo, entre as instituições de autogestão que prestam assistência à saúde, a Cassi é a que possui uma das maiores redes credenciadas em número de profissionais e estabelecimentos de saúde. São 58 CliniCASSI espalhadas por todas as capitais e diversas cidades do interior. Além da grande capilaridade, recente pesquisa feita com os associados mostrou que a Estratégia Saúde da Família (ESF) Cassi teve índice de aprovação de 88%. “O modelo adotado na ESF faz um acompanhamento da saúde das pessoas, buscando não só a cura, mas também ações de prevenção e recuperação. Outro destaque do plano é o Programa de Assistência Farmacêutica (PAF) que fornece medicamentos de uso contínuo subsidiados para 55 mil pacientes crônicos”, destaca Rocha ao citar que o constante aperfeiçoamento do atendimento e a satisfação dos associados são prioridades para a Cassi.

Em 2010, a instituição vai inaugurar outras 10 CliniCASSI em oito estados brasileiros e implementar o serviço de Ouvidoria. Em paralelo, haverá um aprimoramento da rede credenciada, momento em que serão avaliadas as especificidades e necessidades de cada região.

Outra novidade é o convênio firmado com a Associação de Pais, Amigos e Pessoas com Deficiência de Funcionários do Banco do Brasil e da Comunidade (Apabb) que vai realizar ações conjuntas para melhorar a qualidade de vida e os serviços de saúde prestados aos deficientes e seus parentes.

“Também para 2010, um modelo alternativo de atuação está sendo analisado por nós e pela Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ). Foi contratada uma consultoria que estudará a viabilidade de realizarmos investimentos em conjunto”, conta Rocha.

A ideia, segundo ele, é que toda a cadeia de apoio ao beneficiário esteja do início ao fim com a Cassi, desde a gestão do plano de saúde, passando pelo atendimento médico, pela realização de exames e pela administração dos hospitais.

A terceira concorrente da Categoria Autogestão, a Cabesp, do Banespa, optou estrategicamente por não participar da matéria.

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