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Terceirização de mão-de-obra na área médica: olhar clínico

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Quando se fala em espaços médico-hospitalares, a higienização dos ambientes e equipamentos é um dos pré-requisitos para garantir a confiabilidade do paciente e seus familiares. Sendo assim, os profissionais envolvidos nessa tarefa precisam estar devidamente treinados e cientes dos produtos e utensílios a serem usados em cada procedimento.

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No entanto, atualmente, com diversidade de unidades hospitalares para que o paciente possa optar, os gestores precisam estar primeiramente preocupados em prover o melhor em instalações e corpo médico. E na rota desse pensamento, a terceirização de mão-de-obra de funções básicas se faz importante para êxito do processo e dos negócios da área da saúde.

A cada dia, as unidades de saúde vêm abrindo portas aos profissionais terceirizados, que já chegam devidamente treinados e paramentados para o exercício das suas funções. Caso o serviço disponibilizado seja de qualidade – é preciso que os gestores tenham um “olhar clínico” na hora de contratar a empresa -, os benefícios aparecem automaticamente.

Por exemplo: contratar profissional para serviços de base, como a limpeza geral, limpeza de vidros, ascensorista, controlador de acesso, entre outros colaboradores, requer investimentos, como treinamento adequado para áreas da saúde, compra de equipamentos especiais e também gestão do efetivo, ou seja, ampliação do departamento de Recursos Humanos.

Com a terceirização desses serviços, os gastos com essa mão-de-obra são minimizados representativamente e a raciocínio para chegar a essa explicação é simples: pelo fato de prover mão-de-obra a diversos espaços médico-hospitalares, os custos com o treinamento, a compra de material de limpeza, entre outros itens, acabam sendo diluídos e a despesa com esse segmento fundamental para a gestão hospitalar reduz drasticamente.

Um exemplo de casos de sucesso vem do Paraná, onde o Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação do Estado (SEAC-PR) criou a Fundação de Asseio e Conservação (FACOP), a qual provê treinamentos em diversas áreas para os funcionários da empresa a valores reduzidos. Isso vem refletindo diretamente nesse mercado, pois uniformiza qualificação de profissionais – de alto padrão -, além de reduzir os valores de treinamento repassados aos clientes (hospitais).

E os benefícios não param por aí. A terceirização de mão-de-obra garante reposição automática do profissional, o que dá ao cliente a certeza que espaço médico estará sempre em condições seguras de higiene e limpeza. O pensamento vem sendo comungado por parcela representativa do setor.

Vamos fazer um breve exercício mental: no Paraná, hoje, há aproximadamente 40 mil profissionais terceirizados no setor de asseio e conservação; uma parcela considerável está no segmento médico. Se pensarmos em âmbito nacional – no País são mais de 1,5 milhão de trabalhadores – participação é bem mais expressiva. Sendo assim, terceirizar é bom para todas as partes!

 

 

*Adonai Aires de Arruda é presidente do Sindicato das Empresas de Asseio, Conservação do Estado do Paraná (SEAC-PR) e presidente do Grupo de Serviços Higi Serv.

 

As opiniões dos artigos/colunistas aqui publicadas refletem unicamente a posição de seu autor, não caracterizando endosso, recomendação ou favorecimento por parte da IT Mídia ou quaisquer outros envolvidos nesta publicação.

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