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SUS poderá cobrir tratamentos para infertilidade

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O Ministério da Saúde prepara uma proposta de ações de planejamento familiar na rede pública de saúde. De acordo com informações da Agência Brasil, a idéia do ministério é permitir que o Sistema Único de Saúde (SUS) ofereça tanto métodos contraceptivos quanto tratamentos de reprodução assistida. Entre as ações, o ministério prevê a ampliação da oferta de métodos anticoncepcionais reversíveis e a oferta de serviços voltados para reprodução humana assistida. Os municípios com mais de 50 mil habitantes, por exemplo, devem receber kits com pelo menos quatro métodos contraceptivos. O objetivo é suprir toda necessidade por esse recurso até 2006.
Quanto ao tratamento de infertilidade, atualmente, apenas clínicas particulares e algumas universidades federais do Rio de Janeiro, de São Paulo e do Rio Grande do Sul, além do Hospital Regional de Brasília, oferecem tratamento pelo SUS para famílias que não conseguem ter filhos. A inseminação artificial, por exemplo, pode custar até R$ 3 mil, além dos medicamentos.
Para a coordenadora da área de Saúde da Mulher do Ministério, Maria José Oliveira, as ações que tratam da infertilidade ainda são novas e não se tem tantas definições. Ela lembra que envolve um tratamento muito complexo, caro e, portanto, a rede pública tem de estar preparada. A coordenadora garante que o SUS vai arcar com todas as despesas de um tratamento de reprodução assistida, inclusive os medicamentos, que podem custar até R$ 500 por mês.

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