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Sistema de gestão eleva em 20% a receita do Hospital São Marcos

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Em 1999, com cerca de 90 leitos e um faturamento de mais de R$ 1,5 milhão, o Hospital São Marcos decidiu adquirir um sistema de gestão para profissionalizar a administração da instituição de saúde. Depois de estudar algumas alternativas de software em conjunto com o Centro de Estudos Avançados do Recife (CESAR), os administradores do hospital optaram pelo MV 2000i, da MV Sistemas. Em seis meses após a implementação, o Hospital São Marcos contabilizava um aumento de receita da ordem de 20%. Hoje, a instituição conta com mais números de leitos e com o dobro de seu faturamento na época. Cresceu também seu parque tecnológico, que passou de 78 para 135 computadores e de 01 servidor NetFinity 3000 para 02 servidores Toshiba ref. Magnia – sendo 01 de arquivo com sistema operacional LINUX e outro banco de dados com Windows NT Server e Oracle 8i.
Segundo Waldemir Miranda Neto, diretor administrativo do Hospital São Marcos, os principais ganhos podem ser observados na consistência das informações. “A solução nos permite integrar e gerenciar todos os setores, através de indicadores que facilitam o alinhamento estratégico na empresa.
Foram implementados os módulos urgência e emergência, unidades de internação, faturamento de convênios e particulares, almoxarifado/ farmácia, compras, centro cirúrgico, tesouraria, financeiro, repasse médico, nutrição e manutenção. A segunda fase da implementação contou com os módulos de diagnósticos, prescrição médica e custos hospitalares (MV Custos) e foram o investimento ficou em torno de R$ 150 mil, entre produtos e consultoria.
O Hospital São Marcos conseguiu, com a implantação do sistema de custos e resultados, conhecer melhor a rentabilidade de cada procedimento hospitalar, médico, especialidade e setor. Dessa forma pode promover mudanças profundas no portfólio de produtos e serviços, incentivando médicos que traziam melhores resultados para o hospital, reposicionando o horário de cirurgias para ampliar a oferta de serviços mais rentáveis, exigindo dos seus gerentes que reestruturassem os custos dos seus setores e principalmente, realizando negociações com os convênios baseados em seus custos reais, ampliando assim as suas parcerias e aumentando a receita da instituição.

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