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SEXO CINCO VEZES, HEIN? QUEM DIRIA!

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Cada vez me convenço de que as meninas que andam rodando bolsinhas por aí, têm tudo a ver com a saúde de muitos brasileiros.

Depois que o ministro da saúde sugeriu sexo 5 vezes por semana para evitar o risco cardiológico, a gente se pergunta se não é hora de regulamentar a profissão dessas garotas, porque nem sempre nossas senhôras (o acento circunflexo é proposital) vão concordar com a medida terapêutica.

O que os sessentões vão fazer para atender à prescrição médica do ministro, quando não encontrar tanta disposição em casa?

O ministro está certo de que sexo é uma atividade de tirar o fôlego e evita problemas no coração, mas com sérios efeitos colaterais que são problemas no casamento, ainda que o sistema de saúde financie o “tratamento”.

Sensato mesmo é a atenção primária à saúde que tanto nos falta. Quando tivermos os postos de saúde funcionando integralmente como porta de entrada no sistema de saúde pública, aí vamos ver que ninguém vai querer ir a hospital, porque a maioria dos problemas vai ser resolvida no posto perto de casa.

As operadoras de saúde entram nessa, com clínicas de contenção, ou seja, ambulatórios de regulação médica que referenciam seu pacientes para as unidades mais complexas apenas quando necessário.

Desta forma, estará de volta o velho conceito do “médico de família”, agora uma equipe multidisciplinar que conhece cada um dos seus assistidos.

Sexo não é tudo!

Josué Fermon, Consultor em Saúde Suplementar

www.fermon.com.br

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