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Seminário aborda políticas de saúde

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Na próxima segunda-feira (08/11) acontece o Seminário do Programa Cidades e Saúde às 14 horas no Auditório Paula Souza, localizado no andar térreo da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. Durante o evento serão apresentados os resultados de pesquisas que têm como base as ações do governo municipal nas áreas de saúde ambiental e saúde dos jovens. Segundo informações da Agência USP, os estudos foram realizados em parceria entre a Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, a Prefeitura de São Paulo e a Organização Mundial da Saúde (OMS), que coordena o programa através de seu centro em Kobe, no Japão.De acordo com Helena Ribeiro, professora da FSP e coordenadora do projeto no Brasil, o objetivo é produzir um banco de dados para que prefeituras do mundo inteiro possam ter informações sobre essas políticas públicas e utilizá-las em seus municípios.
Sob recomendação da OMS, foram escolhidos os temas desenvolvidos na cidade paulistana: os problemas de saúde enfrentados pelos jovens – desde aids, gravidez precoce e doenças sexualmente transmissíveis (DST) até a violência urbana – e a falta de infra-estrutura sanitária nas áreas mais pobres da cidade.
Os temas serão apresentados em três tópicos, correspondentes a seus respectivos programas na cidade. O primeiro, intitulado ‘Bem-estar mental de jovens’, trata da ação dos Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA) em bairros pobres da cidade, como Cidade Tiradentes, Itaim Paulista, Campo Limpo e São Miguel Paulista. Nestes plantões, são os próprios jovens que informam e aconselham as pessoas de mesma faixa etária sobre violência, DST, aids e gravidez.
Os problemas relacionados ao uso de álcool e de drogas fazem parte do segundo tema, que se baseia no programa de distribuição de kits de redução de danos aos dependentes químicos.
O terceiro projeto analisado é o Programa Guarapiranga, realizado pela prefeitura em áreas próximas à represa de mesmo nome. A pesquisa foi feita a partir da comparação entre o nível de satisfação dos moradores que já passaram pela reurbanização promovida pelo programa com aqueles que ainda habitam áreas favelizadas às margens da represa.
Após as apresentações, uma mesa de debates formada por estudiosos de áreas como saúde pública e urbanismo irá discutir os resultados obtidos nas pesquisas.

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