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Semana da Saúde: PEP exige mudança de mentalidade

 

Para adotar o Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) – uma das primeiras implantações do Hospital Digital – não basta apenas a aquisição da tecnologia, é necessária uma nova maneira de trabalhar e pensar na assistência. Isso quer dizer que para que a ferramenta surta os efeitos esperados, é preciso conscientizar a equipe de seus benefícios, com suporte técnico e treinamento adequados.

Feito isso, o PEP é capaz de engajar toda a equipe, promovendo uma mudança digital completa e funcional, como explicou Daennye Bezerra, gerente de produto da MV, durante a 1ª Semana da Saúde*. Veja, a seguir, os três passos essenciais para garantir a boa usabilidade da tecnologia, para que a instituição alcance inteligência clínica, agilidade na consulta e no registro de informações, suporte para decisões médicas e mais segurança no diagnóstico e tratamento:

  1. Preparação da equipe

O primeiro passo é conscientizar toda a equipe, especialmente o corpo clínico, dos benefícios do PEP, com suporte técnico e treinamento adequados. Isso porque, como em qualquer mudança de processo, é normal haver resistência no começo. É necessário  fornecer cursos  aos  colaboradores para mostrar que as funcionalidades presentes na tecnologia vão ajudar no dia a dia e não são uma forma de o hospital cercear a atuação e autonomia de seus médicos, enfermeiros e demais profissionais de atendimento. O médico, em especial, deve identificar a ferramenta como algo benéfico, para que ele se torne um defensor e facilitador do processo de mudança. “O hospital não deve impor o uso, deve trabalhar em parceria com o time” explica Daennye.

  1. Planejamento de implementação

Os gestores da entidade devem se aliar à área de TI e à equipe técnica para montar um planejamento realista, considerando a maturidade tecnológica do hospital, e com etapas bem estruturadas. É importante contar com um líder do projeto, que verifique se o cronograma está sendo seguido e quais problemas devem ser solucionados para evitar atraso na entrega.

  1. Proteção do sistema

Realizar um mapeamento de acesso ao PEP, dentro da própria ferramenta, auxilia o hospital a manter o controle dos profissionais envolvidos no processo e garante o bom funcionamento. “Se um usuário acessa o Prontuário, deve ser registrado o momento desse acesso, o que ele viu sobre o paciente ou que informações adicionou. Isso deve ser feito para garantir a segurança das informações e monitorar os profissionais envolvidos caso haja algum problema”, completa Daennye.

Usado para substituir o papel, o PEP permite que todos os dados e informações dos pacientes – histórico de internações, resultados de exames, indicações de medicamentos e consultas realizadas – fiquem armazenados em um só lugar. Além de economizar espaço físico, facilita o acesso a dados podendo ser integrado, por exemplo, ao Sistema de Comunicação e Arquivamento de Imagens Picture Archiving and Communication System, ou PACS).

Assista à entrevista Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP): a nova gestão do paciente  e saiba:

  • Como o PEP funciona;
  • Quais os principais benefícios para o hospital e para o paciente;
  • Qual o maior desafio de uma instituição para a implantação.

*A Semana da Saúde, evento virtual organizado pelo portal Saúde Business e pela MV, com apoio estratégico de conteúdo da essense, foi realizada de 4 a 7 de abril de 2017 e mostrou as principais tendências tecnológicas que estão revolucionando o setor de Saúde.

 

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