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Sem CPMF, sem PAC da Saúde e sem recursos extras

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Aumentar as despesas com o setor de saúde parecia ser tão indispensável quanto a aprovação da prorrogação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). No entanto, a decisão do senado de cortar o imposto impactou nas estratégias econômicas do governo, bem como nos projetos.
O fim da contribuição representou um ônus de R$ 40 bilhões e o adiamento do lançamento do PAC da Saúde, medidas que seriam implementadas para a melhoria do setor e previa recursos extras de R$ 24 bilhões até 2011.
O Orçamento do Governo Federal, que será fechado em fevereiro, já possui uma ordem: trabalhar com o valor aplicado em 2007 corrigido pela variação nominal do Produto Interno Bruto (PIB), o que significa que a pasta de Saúde terá R$ 47,8 bilhões neste ano.
Resultados
Em meio as previsões e especulações, o setor de Saúde se movimenta para não sair perdendo.
A Frente Parlamentar de Saúde já avisou que lutará por uma contribuição destinada para financiar a Saúde Pública. Afinal, para os parlamentares é preciso, no mínimo, de mais R$ 6 bilhões.
Os médicos sanitaristas Gilson Carvalho, Lenir Santos, Nelson Rodrigues dos Santos e Gastão Wagner, ex-secretário-executivo do Ministério da Saúde iniciaram um movimento pela criação de uma Contribuição Social sobre Movimentação Financeira (CSMF). Com ele, a categoria pretende colher assinaturas e entregar ao presidente Lula.

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