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“Saúde não pode ser justificativa para ter tributo”

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“Achei ótimo, por incrível que pareça, porque acho que o governo está muito ?gastão'”. Foi assim que o diretor do CPES – Centro Paulista de Economia da Saúde da Universidade Federal de São Paulo, Marcos Bosi Ferraz, opinou sobre a derrota da CPMF no Senado.
“O País precisa muito menos de assistencialismo e muito mais de geração de emprego. E mais tributo contribui para a diminuição de emprego”, argumenta Bosi.
Na opinião do economista, o governo deveria estabelecer quais os recursos necessários para a Saúde, independente de onde venha. “Estão querendo mais R$ 5 bilhões para o Programa Mais Saúde, sem avaliar se os outros R$ 80 bilhões estão sendo bem usados. Não vejo uma discussão sobre como eles irão distribuir os recursos nos próximos anos”, critica Bosi, ressaltando alguns erros nesse processo. “Não dá para usar a Saúde como justificativa para ter esse tributo”.  
Para ele, o governo deveria anunciar quais os outros setores que perdem com a derrota da CPMF no senado, mas afirmar que a Saúde estaria garantida, “porque não tem como não estar”.
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