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Saúde libera R$ 191,28 milhões para São Paulo e integra Campinas ao Samu

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O Ministério da Saúde anunciou hoje a liberação de R$ 191,28 milhões por meio de 463 convênios firmados com o Estado, municípios, entidades filantrópicas e universidades de São Paulo. O anúncio foi feito pelo ministro Humberto Costa, na Câmara de Vereadores de Ribeirão Preto. O município de Campinas foi oficialmente integrado à rede nacional do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), em cerimônia na sede da prefeitura com a presença do ministro, informa a Agência Saúde. Os recursos previstos nos convênios são provenientes do Fundo Nacional de Saúde (FNS) e da Fundação Nacional de Saúde (Funasa). Os acordos envolvem as seguintes ações: construção, reforma e ampliação de unidades de saúde e hospitais; compra de equipamentos hospitalares e materiais de uso permanente; custeio e manutenção de hospitais; capacitação profissional; aquisição de unidades móveis de saúde; apoio a pesquisas em saúde; saneamento básico; abastecimento de água e esgoto; melhorias sanitárias domiciliares e habitacionais; além de soluções para os resíduos sólidos.
Atendimento móvel
Campinas passa a integrar a rede nacional do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Para custeio do serviço já em funcionamento o Ministério da Saúde irá disponibilizar, mensalmente, R$ 199 mil, o que representa 50% do custo estimado, quando da adequação final do serviço às normas de qualificação. O restante do custeio será pactuado entre os gestores municipal e estadual de saúde.
Desde 1996, Campinas possui um serviço de assistência móvel às urgências. Atualmente o município conta com 12 unidades de suporte básico, três unidades de suporte avançado e central de regulação médica.
Nos próximos meses, o Samu Campinas será implementado com ambulâncias de suporte básico e de suporte avançado equipadas, além de reforma e ampliação da central de regulação, que modernizarão ainda mais a assistência prestada à população, consolidando assim a Política Nacional de Atenção às Urgências no Sistema Único de Saúde no município de Campinas.
O governo federal está investindo R$ 120,1 milhões na criação dos Serviços de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) nos municípios e regiões de maior porte populacional. Essa verba está sendo usada, entre outras ações, na aquisição de ambulâncias (suporte básico) e 150 UTIs (suporte avançado) para atender cerca de 68 milhões de pessoas em 132 municípios e 20 capitais.
Outros R$ 180 milhões por ano, o Ministério da Saúde vai utilizar no custeio do serviço prestado. O governo está propondo a estados e municípios que apliquem igual valor.
O Samu (www.saude.gov.br/samu) é o principal componente da Política Nacional de Atenção às Urgências, lançada em 2003. O serviço atende às urgências de natureza traumática, clínica pediátrica, cirúrgica, gineco-obstétrica e psiquiátrica.
Os recursos também vão garantir a implantação de 152 Centrais de Regulação Médica de Urgência para atender os pedidos de socorro. Os profissionais que vão atuar nos Samu serão capacitados, nesta primeira etapa, através da criação de 27 Núcleos de Educação em Urgência.
Com a expansão dos serviços, a previsão é que, aproximadamente, 15 mil pessoas sejam empregadas em postos de trabalho diretos e indiretos. Os empregos diretos serão no mínimo de: 3,9 mil auxiliares de enfermagem, 3,9 mil motoristas, 2.852 médicos, 1.502 enfermeiros e 1.824 telefonistas auxiliares de regulação.

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