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A Saúde conectada e os pacientes crônicos

É natural perder o foco com aquilo que não gera resultados imediatos. É assim com o tratamento de doenças crônicas, como o diabetes. Maus cuidados podem levar a complicações, e uma forma de reduzir esse desinteresse é promovendo o engajamento do paciente.

Imagine termos ferramentas lembrando da sua dieta, medicamentos, utilizando dados para te alertar sobre alguns perigos ao longo do tratamento? É uma excelente forma de ser orientado, acompanhado de perto e, ainda, ficar a par do seu tratamento.

Um dos grandes avanços nos últimos anos é a disponibilidade de dispositivos portáteis e sem fio e aplicativos móveis com essa finalidade. Com eles é possível gravar, informar, transmitir e visualizar as informações dos pacientes fora dos consultórios médicos.

As ofertas digitais estão indo além, e estão fornecendo terapia física e ocupacional  em casa para pacientes submetidos a reabilitação de acidente vascular cerebral, terapia cognitivo-comportamental para tratar depressão, ansiedade e afins, monitoramento cardíaco para detectar eventos debilitantes como acidente vascular cerebral e fibrilação atrial dentre outras.

A NHS – National Health Service – (a ANS britânica) lançou recentemente um programa para fornecer tecnologia “vestível” ou wearable devices aos pacientes – sensores na pele ou nas roupas – para monitorar os sinais de saúde e fazer o upload dessas informações coletadas diretamente nos registros dos pacientes (prontuário eletrônico).

Outro dado interessante a respeito do tratamento de saúde utilizando  tecnologias interoperáveis é que no ano passado foi anunciado que 14 hospitais no mundo já estavam fazendo uso do Apple Watch, relógio inteligente da Apple.

Nesses projetos, o Apple Watch é utilizado para ajudar os médicos a monitorar pacientes, principalmente, com condições crônicas como diabetes e hipertensão.

Principais vantagens

A PWC – PricewaterhouseCoopers realizou um estudo para mapear os principais benefícios dessas soluções aplicadas à saúde e destacou três pontos principais:

  • Aproximação entre médico e paciente, uma vez que melhora o fluxo de comunicação entre eles e possibilita um tratamento mais ágil;
  • Maior facilidade no processo de consulta remota do médico ao prontuário, garantindo acesso global de todas as informações relevantes do estado de saúde do paciente;
  • Ganhos econômicos e de eficiência às instituições, uma vez que o médico pode utilizar soluções para tomada rápida de decisões clínicas ou troca de informações entre outros médicos de forma muito mais ágil.

Este é o alvorecer de uma nova era. É fascinante e inspirador pensar o quanto plataformas tecnológicas, aplicativo móvel ou wearable devices, podem contribuir para um tratamento de saúde mais eficaz, assertivo e ágil.

E a sua instituição de saúde já está preparada para a saúde conectada?

       

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