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RJ anuncia mais 10 centros para tratamento da gripe suína

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A Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro anunciou a implantação de mais dez centros de referência para pacientes com suspeita de influenza A (H1N1) na cidade do Rio, além dos seis que foram criados pela prefeitura. Segundo nota divulgada à imprensa, quatro unidades serão mantidas pela própria secretaria, enquanto outras seis funcionarão em parceria com universidades e o governo federal. Os polos da secretaria funcionarão no Hospital Albert Schweitzer, em Realengo; na Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) de Bangu; no Centro de Saúde de Manguinhos e no Hospital Getúlio Vargas, na Penha.
Em parceria com o Ministério da Saúde, começam a funcionar hoje (27) os centros dos hospitais federais do Andaraí, de Bonsucesso e o Cardoso Fontes, em Jacarepaguá. Com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) será mantido o polo do Hospital do Fundão, e com a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) os polos do Hospital Pedro Ernesto, em Vila Isabel, e da UPA da Tijuca.
Rio Grande do Sul 
A Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul confirmou ontem mais cinco mortes pelo vírus da gripe A. Dois homens e três mulheres – entre elas, duas gestantes – morreram entre o dia 16 e 25 deste mês vítimas da doença. Com isso, o número de mortes no estado chega a 16.
A estimativa da própria secretaria é que exista em torno de 10 mil casos de pessoas que têm ou que tiveram gripe suína no estado. A epidemia, de acordo com o secretário de Saúde do Rio Grande do Sul, Osmar Terra, vem da fronteira em direção ao litoral.
Ainda de acordo com o último balanço da secretaria, 392 pessoas estão internadas – 101 delas em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs).
Para um melhor balanço e atendimento, técnicos da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) vão fazer uma inspeção no Laboratório Central do Estado do Rio Grande do Sul (Lacen-RS) para que o local possa confirmar casos de gripe suína. A equipe deve chegar ao estado amanhã (28).
De acordo com a Secretaria de Saúde, a habilitação de um laboratório no próprio estado diminui o tempo de espera para a confirmação de amostras vindas de pacientes com suspeita da doença.
Em São Borja, por exemplo, o Hospital Ivan Goulart aguarda há mais de 20 dias o resultado de exames feitos em pelo menos 21 pacientes que estão internados no local.
*Com informações da Agência Brasil

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