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RIS e PACS: 5 tendências em medicina diagnóstica para 2017

 

Em 2016,  mais entidades aderiram aos sistemas de informações em radiologia (Radiology Information System – RIS), o que, por sua vez, permitiu a integração do Hospital Digital aos laboratórios de forma expressiva. Também ficou claro que Sistemas de Comunicação e Arquivamento de Imagens (Picture Archiving and Communication System, PACS) são apenas o primeiro passo do processo de eletronização das informações do usuário.

Com a chegada de 2017, promete-se ainda mais inovação e aprimoramento da medicina diagnóstica. Veja, a seguir, cinco tendências para o ano:

  • Indicadores de resultados: a busca por uma rede de informações cada vez mais inteligente faz com que haja uma demanda por sistemas que permitam a mineração de dados brutos, transformando-os em informações contextualizadas, que subsidiem decisões gerenciais e clínicas. O investimento no aprimoramento dos sistemas do RIS e do PACS promete maior clareza e correlação de informações. “Algumas funcionalidades dos sistemas informatizados aumentam a produtividade da medicina diagnóstica no dia a dia. A personalização da tela de edição dos exames, por exemplo, é uma delas. Nela é possível destacar os resultados de forma específica: por emergências, unidades de atendimento e por tipo de exames”, exemplifica Christiano Berti, diretor da unidade de negócios – Medicina Diagnóstica, da MV;
  • Integração entre sistemas: a integração dos diversos sistemas, agrupando e correlacionando dados do Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) com o PACS e o RIS, garante maior eficiência. “A integração dos sistemas permite maior segurança no diagnóstico, já que se criam protocolos de controle, utilizados no momento da emissão dos laudos. Esses protocolos têm o papel de evitar riscos, como troca de nomes, no momento da emissão”, explica Berti. Tecnologias atuais permitem, ainda, o ajuste de contrastes pela internet, modificações do brilho, possibilidade de dar zoom em áreas suspeitas;
  • Emissão de laudos à distância: a tecnologia aplicada à medicina diagnóstica evita a ociosidade de serviço médico de uma instituição de radiologia, que, graças à habilidade de emitir laudos à distância, pode prestar serviços para organizações de menor porte, que não possuem uma área de exames de imagens. Com a informatização dos sistemas e a possibilidade de enviar e receber os laudos de forma remota, centros de diagnóstico estão abandonando o pagamento por turno e dando lugar à remuneração por laudo realizado;
  • Investimento em alta produtividade: o aumento da emissão de laudos, por sua vez, abre a necessidade de ter equipamentos que possam ficar ativos e funcionais pelo maior tempo possível, evitando perder a agilidade na emissão, aumentar as filas e diminuir o faturamento da empresa. Por isso, é tendência que equipamentos de radiologia digital tenham essa capacidade, já que uma simples queda de energia, na qual se torna necessário religar a máquina, pode significar uma perda econômica, seja pelo atraso na entrega de laudos, seja pelo aumento da espera por resultados.

 

  • Colaboração via nuvem: outra tendência se refere à colaboração de laudos permitida graças à nuvem, possibilitando análise conjunta de uma imagem ou até mesmo sua submissão a especialistas que estejam em outras regiões do país, aumentando a precisão dos diagnósticos.
       

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