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Quem mais desempregou agora lidera o crescimento

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Na passagem de junho para julho, com dados dessazonalizados, o emprego industrial apresentou variação positiva de 0,3%, sétimo resultado positivo consecutivo. No confronto com o mesmo mês de 2009 verificou-se avanço de 5,4%, a mais elevada desde o início da série histórica nesta comparação. No acumulado entre janeiro e julho, em relação ao mesmo período do ano anterior, também se verificou crescimento (2,9%), acelerando frente ao acumulado do primeiro semestre (2,5%). Nos últimos 12 meses, o emprego apresentou variação acumulada de -0,5%, o que acentuou a redução na intensidade da queda iniciada em dezembro do ano passado.
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Na comparação mensal (mês/mesmo mês do ano anterior), houve crescimento generalizado em todas as regiões contempladas pela pesquisa, com destaque especial para São Paulo, registrando avanço de 3,9%. Os demais destaques positivos foram: regiões Nordeste (7,7%) e Norte e Centro-Oeste (8,1%), além do Rio Grande do Sul (7,1%), Rio de Janeiro (9,0%) e Minas Gerais (4,4%). No acumulado no ano contra mesmo período de 2009, observa-se também acréscimo generalizado, destacando-se: São Paulo (2,5%), região Nordeste (4,9%), Rio Grande do Sul (3,8%), região Norte e Centro-Oeste (3,8%), Ceará (8,3%), Rio de Janeiro (4,6%) e Santa Catarina (2,8%).
Setorialmente, quando o nível de emprego industrial de julho é confrontado com o do mesmo mês de 2009, 14 dos 18 setores pesquisados assinalaram expansão no emprego. Os principais impactos sobre a média nacional foram: máquinas e equipamentos (11,7%), meios de transporte (8,8%), produtos de metal (10,5%), máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (9,5%), calçados e couro (8,8%), alimentos e bebidas (2,3%), têxtil (9,2%) e metalurgia básica (13,1%). Entre os quatro ramos que apontaram queda, os setores de vestuário (-1,3%) e de madeira (-3,0%) foram os que exerceram os impactos negativos mais relevantes. No ano, novamente, 14 setores registraram aumento do emprego industrial, sendo que os impactos mais significativos vieram de alimentos e bebidas (2,1%), máquinas e equipamentos (5,1%), calçados e couro (6,6%), produtos de metal (5,1%), têxtil (6,6%), máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (5,9%), meios de transporte (3,5%) e borracha e plástico (4,4%). Madeira (-7,8%) e vestuário (-1,6%) permaneceram apontando as pressões negativas mais importantes.
Folha de Pagamento Real. Em julho, a folha de pagamento real do setor industrial apresentou crescimento de 1,9% frente ao mês anterior, na série livre de efeitos sazonais, após registrar avanço de 3,3% em junho. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, a folha de pagamento real por trabalhador apresentou aumento expressivo de 11,2%. No ano, a variação acumulada foi positiva em 5,6%.
Número de Horas Pagas. O número de horas pagas, indicador de futuras contratações de mão-de-obra na indústria, assinalou pequeno decréscimo de 0,3% na passagem de junho de 2010 para julho, já descontados os efeitos sazonais. Esta variação negativa ocorreu após cinco meses consecutivos de quedas. Contra julho de 2009, o número de horas pagas cresceu 3,8%.
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