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Quase 60% das farmácias públicas estão irregulares

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Mais da metade das farmácias públicas do Estado de São Paulo têm irregularidades, como falta de farmacêutico ou problemas no armazenamento de remédios. Os dados são do Conselho Regional de Farmácia, que faz vistoria nos estabelecimentos públicos e privados.
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Em 57% dos estabelecimentos públicos –Unidades Básicas de Saúde, hospitais e laboratórios públicos–, o órgão constatou falta de farmacêuticos, medicamentos dividindo espaço com alimentos em geladeiras, expostos à umidade e ao sol, dentre outros problemas.
De acordo com o diretor do Conselho Regional de Farmácia, Pedro Menegasso, a situação é mais crítica nas farmácias de alto custo, que têm remédios para doenças como hepatite, esclerose múltipla, epilepsia, esquizofrenia e Aids. 
Por lei, todas as farmácias devem ter um farmacêutico responsável durante o seu funcionamento. Porém, uma liminar de maio de 2006 impede que as farmácias públicas do Estado de São Paulo sejam autuadas, caso não contem com o profissional, segundo o conselho.
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