HIS17 Já emitiu sua credencial gratuita para o HIS '17? Já são +1.600 profissionais! Clique aqui

Prótese amplia expectativa de vida para pacientes com insuficiência cardíaca

Publicidade

A colocação de uma prótese na válvula mitral é a mais nova esperança para doentes com insuficiência cardíaca. A técnica que foi testada com sucesso na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), além de solucionar o problema do escape de sangue, também corrige as deformações no coração decorrentes da doença. “O coração vai perdendo seu formato habitual e vai tomando uma forma arredondada. Junto com o implante, é feita uma plástica na parte interna do coração, para que ele volte à sua forma prismática, que tem maior eficiência na contração e gasta menos oxigênio”, explica Ivan Antonio Paula, cirurgião cardiovascular, que analisou os resultados da nova técnica em sua tese de doutorado, defendida na Unifesp.
O pesquisador acompanhou 26 pacientes submetidos a esse procedimento no Hospital São Paulo, todos com expectativa de vida de apenas seis meses. Cerca de 17 meses após a cirurgia, 85% delas continuavam bem e, cerca de quatro anos depois, 80% dos pacientes estavam vivos.
A insuficiência cardíaca é caracterizada quando o coração não consegue bombear sangue na quantidade necessária para o organismo. Nesses pacientes, o coração está tão dilatado que a válvula mitral não se fecha da maneira correta, permitindo escapar sangue de uma câmara do coração para outra.

       
Publicidade

Deixe uma resposta

Prótese amplia expectativa de vida para pacientes com insuficiência cardíaca

Publicidade

A colocação de uma prótese na válvula mitral é a mais nova esperança para doentes com insuficiência cardíaca. A técnica que foi testada com sucesso na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), além de solucionar o problema do escape de sangue, também corrige as deformações no coração decorrentes da doença. “O coração vai perdendo seu formato habitual e vai tomando uma forma arredondada. Junto com o implante, é feita uma plástica na parte interna do coração, para que ele volte à sua forma prismática, que tem maior eficiência na contração e gasta menos oxigênio”, explica Ivan Antonio Paula, cirurgião cardiovascular, que analisou os resultados da nova técnica em sua tese de doutorado, defendida na Unifesp.
O pesquisador acompanhou 26 pacientes submetidos a esse procedimento no Hospital São Paulo, todos com expectativa de vida de apenas seis meses. Cerca de 17 meses após a cirurgia, 85% delas continuavam bem e, cerca de quatro anos depois, 80% dos pacientes estavam vivos.
A insuficiência cardíaca é caracterizada quando o coração não consegue bombear sangue na quantidade necessária para o organismo. Nesses pacientes, o coração está tão dilatado que a válvula mitral não se fecha da maneira correta, permitindo escapar sangue de uma câmara do coração para outra.

       
Publicidade

Deixe uma resposta