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Projeto irá eleger melhor startup de saúde

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O grande vencedor do BioStartup Lab | Rodada INTERFARMA será anunciado nesta quinta-feira, dia 03, data em que as 15 melhores startups irão apresentar os seus projetos. Há dois meses, foram selecionadas 21 empresas com projetos em saúde para uma agenda de aceleração do empreendedorismo, que incluía workshops, palestras e diversos treinamentos.

O encerramento do programa acontece em evento no Clube Transatlântico – Rua Verbo Divino 1488, Chácara Santo Antônio, São Paulo (SP), das 14h às 18h30. Na ocasião, a HBS Angels irá apresentar uma pesquisa sobre corporate venture no Brasil, seguida por uma discussão sobre tais iniciativas no segmento de saúde. Em seguida, as 15 finalistas farão uma exposição em espaço interativo com o público do evento.

“Promover a inovação é fundamental para o País, com benefícios ligados ao acesso à saúde, à geração de emprego e de renda, bem como a promoção da competitividade do setor”, ressalta Antônio Britto, presidente-executivo da INTERFARMA.

Desde a criação do BioStartup Lab, outras três rodadas foram realizadas anteriormente, com 1.210 pessoas inscritas em 410 projetos, de 137 instituições de ensino e pesquisa em 18 estados brasileiros e nove países. Essa quarta rodada, feita em parceira entre a BIOMINAS BRASIL e a INTERFARMA (Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa), é exclusiva para projetos inovadores em saúde.

Foram analisados projetos de 351 empreendedores de 100 instituições, localizadas em 62 cidades brasileiras e outros dois países (Argentina e Iraque) para a Rodada INTERFARMA. Dessas propostas, o programa selecionou 78 projetos em diferentes estágios. As startups mais incipientes, que ainda são projetos dentro de uma universidade, responder por 26 projetos. Já as mais avançadas, com produtos lançados ao mercado, tiveram 15 projetos selecionados. Mas a maioria (37) está na fase intermediária.

Destes, a maior parte se enquadra no modelo de projeto em Saúde Humana. Aqui, estão inclusos moléculas com potencial para serem medicamentos e suplementos alimentares, entre outros. E os demais projetos são ligados à tecnologia, como aplicativos para a saúde.

“Existem no Brasil muitos entraves para a inovação, como a resistência das universidades em trabalhar com a iniciativa privada e a própria iniciativa privada em assumir os riscos da inovação. É preciso superar essas resistências para que se possa criar um ambiente favorável, que incentive a inovação desde sua fase de projeto”, afirma Britto.

 

       
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