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Projeto de assistência oncológica inaugura dois centros de atendimento

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As cidades de Montes Claros, em Minas Gerais, e Itabuna, na Bahia, inauguraram seus Centros de Alta Complexidade em Oncologia (CACONs). O Brasil já tem sete CACONs funcionando dentro dos critérios da assistência oncológica integral. A implantação destes centros é coordenada pelo projeto de Expansão da Assistência Oncológica (Expande) do Instituto Nacional de Câncer (INCA). A meta é instalar 20 unidades nestes moldes em todo o País e beneficiar 14 milhões de brasileiros. Até o fim do ano, o Ministério da Saúde terá investido R$ 36,7 milhões no objetivo. Além do Expande, os projetos Reforsus e de Reequipamento Hospitalar contribuem financeiramente para a implantação dos centros. Na Santa Casa de Montes Claros, o Centro de Alta Complexidade em Oncologia é composto pelos serviços de quimioterapia, cirurgias oncológicas e radioterapia e terá mais de 2 mil m2 de área útil. Foram investidos cerca de R$ 2 milhões de reais no centro, entre qualificação dos profissionais, edificação e aparelhagem.
A aquisição do acelerador linear de elétrons de última geração, modelo Primus, da Siemens, cujo valor gira em torno de US$ 600 mil, fará da instituição um centro de referência em radioterapia.
Em Rio Branco, no Acre, foi lançada na semana passada a pedra fundamental que marca o início das obras das unidades de radioterapia e quimioterapia na Fundação Hospital Estadual do Acre. Já em Belém, no Pará, um protocolo de mútua cooperação assegurou a implantação de um CACON no Hospital Universitário João Barros Barreto.
Além de Montes Claros e Itabuna, existem CACON nos critérios do Expande em Divinópolis, Minas Gerais; Araguaína, Tocantins, Rio de Janeiro e Ijuí, Rio Grande do Sul. O acesso da população à cobertura oncológica integral aumentou em todas as regiões onde estas cidades estão incluídas. Em Montes Claros, por exemplo, esse aumento chega a 100%.
Todos os CACONs do projeto Expande seguem o princípio da assistência oncológica integrada. Oferecem os serviços de que o paciente precisa em um só lugar: cirurgia, radioterapia, quimioterapia, consultas especializadas, suporte oncológico em serviço social, psicologia, fisioterapia, nutrição, internação e cuidados paliativos. A prática tem resultado em melhoria da qualidade de atenção aos pacientes e contribuído para a estruturação da área de diagnóstico do Sistema Único de Saúde (SUS).
Para aproveitar a estrutura existente, os Centros de Alta Complexidade em Oncologia são instalados em hospitais gerais públicos ou filantrópicos credenciados ao Sistema Único de Saúde (SUS). Os procedimentos médico-hospitalares oferecidos vão do diagnóstico inicial ao tratamento dos tumores malignos mais freqüentes no país: pele, mama, colo uterino, pulmão, estômago, intestino, próstata, além de outros próprios da infância e da juventude.

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