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Programa de Ganho de Eficiência – Hospital Sírio Libanês

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“Projetos como este focam em dois importantes desafios da área da saúde, que nossas equipes se propuseram a enfrentar com grande empenho: o aprimoramento contínuo de nossos processos e o ganho de eficiência” 

O Programa de Ganho de Eficiência na área de Enfermagem, adotado pelo Hospital Sírio-Libanês, foi impulsionado por um projeto de expansão iniciado em 2009, que dobraria a capacidade de atendimento da instituição. Ao mesmo tempo, os rumos da economia impuseram uma reflexão sobre os riscos representados pela fase pré-operacional, relacionados, sobretudo, aos custos de pessoal para a nova fase.

“Entendemos que se tratava de uma oportunidade de trabalhar com mais eficiência. Ainda, os números apontavam para uma sazonalidade na taxa de ocupação, o que incluiria alguma ociosidade e a possibilidade de saída de colaboradores. É importante considerar que a área de enfermagem representa aproximadamente 40% dos recursos humanos de um hospital e requer disponibilidade ininterrupta de profissionais, para suprir a rotina de atendimento”, explica Ivana Siqueira, Diretora Assistencial do hospital e uma das responsáveis pelo projeto.

O objetivo do programa foi aumentar a produtividade dos recursos humanos de enfermagem. Isso foi possível com a implantação de uma estratégia de pool, constituída por um grupo de profissionais que podem atuar em diferentes áreas de pacientes internos, sem abrir mão dos princípios de qualidade e segurança da instituição.

A implantação ocorreu em três etapas. Na primeira delas, houve o conhecimento e análise da demanda e oferta de profissionais para o cuidado. Em seguida, veio a criação de uma ferramenta de apoio à decisão. Para finalizar, foi formado um pool de profissionais de enfermagem, sem contratação, e constituição de célula de controle, inaugurando um modelo de acompanhamento e decisão eficiente para a operação.

Ivana compartilha os resultados: “O Programa propiciou uma redução de 11,6% no quadro de Enfermagem da internação. Ou seja, não houve demissão de colaboradores, mas a redução da necessidade de contratar, no momento em que o hospital abria novos leitos, dentro de seu projeto de expansão. Além disso, foi possível uma redução de 50% no pagamento de horas extras acumuladas e um aumento de 5,3% na produtividade, resultando em uma economia aproximada de R$ 10,5 milhões em 14 meses.”

Os indicadores assistenciais não foram afetados pelo programa, o que comprova a possibilidade de que ele continue a longo prazo.

       
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