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Prevenção: Inca sugere controle da exposição a produtos cancerígenos

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Com medidas efetivas de controle da exposição de trabalhadores a produtos cancerígenos, poderiam ser evitados cerca de 19 mil novos casos de câncer no Brasil. Esta afirmação é da toxicologista Silvana Turce, chefe de Vigilância do Câncer Ocupacional e Ambiental do Instituto Nacional do Câncer (Inca), com base em estimativas desenvolvidas pela instituição. Para aprofundar o assunto, o Inca está realizando entre 20 e 21, no Rio de Janeiro o Seminário Nacional de Vigilância do Câncer Ocupacional e Ambiental. A Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (IARC) classifica 90 substâncias como comprovadamente causadoras de câncer no ser humano, como o benzeno, utilizado na obtenção dos subprodutos do petróleo, gasolina e óleo diesel; formoaldeído, formol usado como solvente industrial; e os estrógenos, utilizados em diversos medicamentos.
Para a toxicologista, uma grande arma é a informação sobre os riscos que os indivíduos correm quanto têm contato com essas substâncias. Outra saída é a substituição dos produtos causadores de câncer por outros com propriedades semelhantes, mas inofensivos à saúde. Quando isso não for possível, é preciso oferecer todos os equipamentos necessários à proteção.

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