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Preocupação com doenças crônicas afeta 88 % dos brasileiros, diz pesquisa

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Medo de doenças crônicas. Essa foi uma das constatações feitas pela pesquisa internacional Bupa Health Pulse 2010. O estudo ouviu mais de 12 mil pessoas em 12 países diferentes, no Brasil 1005 pessoas participaram da pesquisa que ocorreu entre junho e julho desse ano a pedido da Bape, operadora de saúde internacional.

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Outra constatação feita pelo levantamento foi de que de 63% dos brasileiros se exercitam apenas uma vez ou menos durante a semana. Outro dado apontado foi de que 66% consomem algum tipo de bebida alcoólica e ao menos 20% fumam. Os brasileiros ouvidos afirmaram que mesmo tendo preocupação com a saúde e conhecendo a consequência de seus hábitos, 88% afirmaram se preocupar com o desenvolvimento de alguma doença crônica, enquanto 30% nem se preocupou em avaliar os riscos de desenvolver alguma delas.

Um relatório feito pela London School of Economics (LSE) que reforça o argumento da pesquisa encomendada pela Bape diz que as doenças crônicas são as principais causa de morte e incapacidade em todo o mundo, representando cerca de 60% de todos os óbitos.

Abaixo mais alguns dados sobre o estudo realizado no Brasil

  • Quase nove em dez (88%) brasileiros estão preocupados em desenvolver uma doença crônica
  • Um quarto dos brasileiros (25%) acredita que a obesidade é o maior problema de saúde do Brasil em termos de número de pessoas afetadas
  • 30% dos brasileiros não fizeram nada para avaliar seu risco de desenvolver uma doença crônica nos últimos 12 meses; 36% dos homens que não fizeram nada comparado com 24% de mulheres, enquanto que 38% fizeram um check-up com o médico.
  • Daqueles que não fizeram nada para avaliar seu risco, 28% afirmaram que é devido à falta de tempo, enquanto que 26% dos entrevistados disseram que o motivo principal é o custo.
  • 23% dos brasileiros estão preocupados com o fato de não terem condições de arcar com os custos do melhor tratamento caso desenvolvam uma doença crônica, com mais mulheres preocupadas com isso (29%) do que homens (17%).

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