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Porquê Sorridents, DASA, Grupo Ornatus, Chery e Hiunday estão indo para o interior de São Paulo ?!

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O interior de São Paulo está sendo alvo de inúmeros investimentos, com destaque para a fábrica da Chery que gerará R$50 milhões anuais em tributos para Jacareí e a fábrica da Hyundai em Piracicaba. Estes novos investimentos atraem novos empregos para estas cidades e este incremento de renda aumenta a demanda por serviços de saúde público e particulares, o que justifica o interesse em expandir os serviços de saúde das redes privadas para o interior do Estado, que apresenta menor custo de implantação e menores custos fixos, comparados com a cidade de São Paulo.

Para o Grupo Ornatus, dono das Franquias Jin Jin Wok, Balonè e Morana, o interior de São Paulo apresenta custo menores do que a capital, com melhor rentabilidade para os franqueados. Além disso, no interior os restaurantes se tornam referências na cidade e muitas vezes para a região. E o seu grupo, vai investir no interior?

Atenciosamente,

Fernando Cembranelli

Equipe EmpreenderSaúde 

Aquisições reforçam Dasa no interior de São Paulo

Maior empresa de medicina diagnóstica do país, a Dasa está reforçando sua presença no interior de São Paulo com a aquisição de dois importantes laboratórios que atuam na região, a Previlab e o Cytolab.

As duas aquisições – as primeiras efetivadas pela Dasa neste ano – somaram R$ 23 milhões.

A Previlab, que teve 80% do seu capital vendido à Dasa por R$ 11,8 milhões, detém 47% do mercado de exames de análises clínicas na região de Piracicaba. Neste valor, já está descontado o endividamento de R$ 5,5 milhões da Previlab que tem faturamento de R$ 23 milhões e ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de R$ 2,9 milhões.

Adquirido por um valor semelhante, R$ 11,1 milhões, o Cytolab é uma empresa de menor porte, com uma receita bruta de R$ 9,8 milhões. Mas a margem de lucro é maior. O ebitda do Cytolab é de R$ 2,2 milhões. O laboratório tem 27% de “market share” em Mogi das Cruzes, e municípios vizinhos, e teve 100% do capital vendido.

“Tínhamos uma atuação bastante tímida no interior paulista com a marca Lavoisier. Com essas duas aquisições queremos criar uma plataforma de crescimento na região”, disse Paulo Bokel, superintendente de Relações com Investidores da Dasa.

Os dois laboratórios adquiridos atuam apenas no segmento de exames de análises clínicas. “Em um primeiro momento, vamos expandir apenas no segmento de análises clínicas, aumentando nossa base de clientes. Em uma segunda etapa, podemos olhar o mercado de exames de imagem”, explicou o diretor de RI da Dasa.

Segundo a Dasa, as novas regiões atendidas no interior de São Paulo abrigam uma população de 2,6 milhões de habitantes. Bokel lembrou que algumas cidades do interior estão recebendo grandes grupos empresariais como a montadora coreana Hyundai, que está construindo uma nova fábrica em Piracicaba, o que consequentemente aumentará a base de usuários de laboratórios na região.

Com as duas aquisições, a Dasa passa a atuar com 17 laboratórios da bandeira Previlab nas cidades de Piracicaba, Americana, Limeira, São Pedro, Tietê, Capivari, Rio das Pedras e Santa Bárbara do Oeste. O Cytolab conta com dez laboratórios em, Mogi das Cruzes, Suzano, Poá, Arujá e Itaquaquecetuba.

“Em cidades do interior, os médicos costumam ter um forte relacionamento com hospitais e laboratórios”, diz Gustavo Campana, sócio da consultoria Formato Clínico, especializada em medicina diagnóstica. Não à toa, a Dasa reforçou em seu comunicado que os fundadores do Cytolab são integrantes importantes da comunidade médica local.

Fonte: Beth Koike,Valor Econômico, 06/07/11

Empresas crescem 7,7% no interior de SP e caem 1,4% na capital, aponta Sebrae

A pesquisa Indicadores Sebrae-SP de Conjuntura, divulgada no dia 12, apontou que as empresas do interior tiveram o maior crescimento no Estado (7,7%) no mês de fevereiro.

No mesmo período, as empresas do município de São Paulo apresentaram uma queda de 1,4%.

O levantamento é realizado mensalmente pelo Sebrae-SP, com apoio da Fundação Seade, junto a 2,7 mil micro e pequenas empresas de todo o Estado, uma amostra que representa 1,3 milhão de MPEs da indústria da transformação, comércio e serviços.

De olho nesse movimento, empresas como a rede de escolas de inglês UNS, a rede de clínicas odontológicas Sorridents  e a rede de franquias de videolocadoras 100% definiram o interior do Estado como uma região estratégica para seus negócios.

Com 160 clínicas comercializadas e 120 em funcionamento, a Sorridents planeja a instalação de 12 unidades em cidades do interior e municípios do Grande ABC.

Já a UNS prepara para essa quinta-feira um evento no qual pretende mostrar o modelo de negócios para empreendedores de Campinas.

A rede estima abrir quatro escolas ainda este ano na cidade e deve atingir 100 unidades em todo o Brasil até 2012.

Alguns motivos são apontados pelas companhias para escolher o interior do Estado. Entre eles, o custo de implantação mais barato.

Outro ponto é a diferença cultural entre as regiões. Embora o Nordeste, por exemplo, seja extremamente promissor, não são todos os serviços que são bem aceitos pelas pessoas que moram lá.

O aumento no número de jovens universitários é mais um facilitador, já que isto significa mão de obra qualificada.

Mas o fator mais forte talvez seja o número de indústrias que se mudam para o interior, que gera uma necessidade de maior de infra-estrutura para receber funcionários transferidos e aumenta o poder econômico da população local.

Fonte: Blog da Sorridents (http://sorridentsfranchising.wordpress.com)

Excelente vídeo com Carla Sarni, presidente da Sorridents, sobre o histórico da empresa:

Montadora chinesa Chery impulsiona a “nova Jacareí”

SÃO PAULO – Jacareí quer crescer e sair da sombra da vizinha rica São José dos Campos, sede de empresas como Embraer e General Motors. O passaporte, não só para o desenvolvimento econômico, mas também para o nascimento de uma nova Jacareí, é a chegada de grandes indústrias chinesas e de outras companhias à cidade, localizada no Vale do Paraíba, a 78 quilômetros da capital paulista.
Nos próximos meses a estatal  Chery, uma das maiores montadoras  da China, com mais de 1 milhão de carros produzidos em 2010, e a privada Sany Heavy Industries, fabricante de escavadeiras e guindastes, se instalam em Jacareí. Na esteira, outras indústrias chinesas de menor porte, fornecedoras e parceiras das duas gigantes, serão atraídas.

Além disso, a espanhola do setor automotivo Teknia Tecnotubo e o hipermercado americano Walmart já começaram a construção de suas unidades no município, enquanto Ambev e o grupo Cebrace, do setor vidreiro, anunciaram a expansão de seus negócios na cidade. No total, estima-se US$ 1,3 bilhão em investimentos privados (US$ 600 milhões da Chery e da Sany) e a criação de 6,8 mil empregos diretos em cinco anos, que se somarão aos mais de 15,5 mil postos de trabalhos industriais registrados em Jacareí, de acordo com dados do Ministério do Trabalho fechados no fim do ano passado.

“É do lado de lá da Dutra que vamos fazer brotar do chão uma nova Jacareí”, exclama o prefeito Hamilton Ribeiro Mota (PT). Terceiro mandatário petista seguido na cidade, ele, arquiteto de formação, usará as futuras receitas tributárias geradas pelos chineses — serão mais de R$ 50 milhões anuais apenas com a Chery — para resolver o principal problema local: mobilidade viária e saturação urbana. Alterações no Plano Diretor atual já estão sendo providenciadas para definir um novo modelo de ocupação do solo e de urbanização.

Fonte: Valor Econômico, 06/07/2011

Vídeo da Época Negócios sobre a Chery, a maior fábrica automotiva chinesa:

Custo de shopping na capital leva Ornatus para o interior

O alto preço cobrado pelos grandes shoppings da capital paulista está empurrando o Grupo Ornatus para o interior do Estado. Dono da bandeira Jin Jin Wok, de comida asiática, o grupo decidiu apostar em uma nova franquia, a Jin Jin Sushi, voltada apenas à culinária japonesa, que inaugura dois pontos em Ribeirão Preto em agosto. Segundo Jae Ho Lee, sócio do Grupo Ornatus, a rentabilidade proporcionada pelas lojas do interior é o dobro da oferecida pelos restaurantes de cidades como Rio e São Paulo.

“A diferença é de uma margem de 3% a 5% no interior para 1,5% a 2% das capitais”, diz Lee. De acordo com o empresário, é preciso pagar até R$ 1 milhão para abrir uma loja na praça de alimentação de alguns dos maiores centros de compras da capital paulista. “Grandes shoppings cobram luvas [permissão para abrir loja] absurdas, de mais de R$ 600 mil”, diz Lee.

Segundo ele, o alto custo para abertura de loja na capital não se restringe aos restaurantes e afeta outras bandeiras do grupo: a Morana e a Balonè, ambas de bijuterias. “Para abrir uma loja da Balonè [voltada à classe C] em um shopping da zona norte, por exemplo, teria um custo de R$ 1,2 milhão, com aluguel de R$ 19 mil por mês”, afirma. “É fora da realidade”.

Em 2011, estão sendo abertos 100 pontos de venda das quatro bandeiras comandadas pelo grupo – Jin Jin Wok, Jin Jin Sushi, Morana e Balonè -, com investimentos de aproximadamente R$ 50 milhões. A grande maioria são franquias: das atuais 260 lojas, o Ornatus é dono ou sócio de apenas 11. Em 2010, o faturamento das quatro bandeiras subiu 25%, para R$ 162 milhões. Este ano, a meta é repetir o índice de crescimento.

Em restaurantes, o grupo já operava com a Jin Jin Wok, que oferece iguarias da Tailândia, Japão, Coreia e, principalmente, da China. “Mas percebemos que a receptividade do público para a comida chinesa nem sempre é boa, pelo fato de os pratos serem considerados mais calóricos”, diz Lee, descendente de coreanos. A comida japonesa, por sua vez, antes considerada “de elite”, vem ganhando cada vez mais adeptos, inclusive entre a classe média, afirma o empresário. “É comum ver rodízios de pratos japoneses e mesmo opções em restaurantes por quilo”, afirma.

Mas a mudança mais importante, na opinião de Lee, foi a adesão das novas gerações à culinária japonesa. “Há cada vez mais adolescentes e crianças optando por pratos como sushi ou sashimi”.

Além das duas unidades do Jin Jin Sushi previstas em Ribeirão Preto (nos shoppings Santa Úrsula e Novo Shopping), a bandeira terá uma loja de rua em Araraquara.

No interior, afirma Lee, o público costuma se identificar mais com a culinária chinesa, na qual os pratos quentes dominam. “Mas começamos a ver que em algumas cidades, como Araraquara, os pratos tipicamente frios da comida japonesa ganham mais espaço”, diz. Nessas cidades, a maior demanda acontece no jantar e nos fins de semana, diferentemente das capitais, onde o horário de pico é o do almoço. Além disso, afirma, no interior a concorrência está longe de ser a mesma da capital. “O restaurante acaba se tornando referência não só na cidade, mas na região”.

Fonte: Daniela Madureira, Valor Econômico, 27/06/2011

Vídeo com Jae Hoo Lee, sócio do Grupo Ornatus, na ABF 2009:


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