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Por quê os hospitais estão adotando práticas de hotelaria ?

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Cada vez mais os hospitais de São Paulo estão buscando profissionais de hotelaria para compor seus quadros. Com uma demanda cada vez mais acirrada e o desejo de não encantar o cliente apenas pela excelência na parte técnica, esta é uma tendência que trará melhores serviços aos pacientes e acompanhantes, ajudando os hospitais a encantar seus clientes.

Atenciosamente,

Fernando Cembranelli

Equipe EmpreenderSaúde

Hotelaria inspira tratamento de luxo para o paciente e o acompanhante

O bom dia do segurança na porta não deveria ser considerado uma regalia, mas apenas um gesto de educação. No entanto, faz a diferença. Os hospitais de alto padrão sugaram da hotelaria, dos restaurantes e até de lojas de grife a inspiração para cercarem de mimos seus clientes. “São pessoas que buscam também no serviço médico o mesmo atendimento que têm em outros locais que frequentam”, afirma Ellen Kiss, coordenadora do curso de marketing para produtos e serviços de luxo da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing).

É um verdadeiro cardápio de mimos para amenizar um momento estressante: receitas feitas por chefs, travesseiro personalizado, televisão de última geração, internet banda larga gratuita, carrinho de guloseimas batendo à porta, amenities de marcas renomadas. Outra particularidade das instituições premium é atender com esmero o acompanhante. Diversas opções de restaurantes e até lojas estão instaladas em áreas comuns que parecem praça de alimentação de shoppings. Em vez de cama revestida de plástico, couro.

Em comum aos hospitais tops está a busca por fornecedores mais refinados para decorar e abastecer suas confortáveis suítes. Desde os equipamentos colocados no quarto, até a qualidade dos lençóis e toalhas. Lançar mão de conceitos arquitetônicos harmônicos e criar uma identidade visual amigável também ajuda a posicionar a instituição no mercado. “O setor de saúde é um dos que mais investe em pesquisa de design para criar uma experiência mais humana posicionar suas marcas com valores”, observa Ellen.

Todos eles oferecem um serviço de concierge para ajudar o paciente em pequenas decisões do dia a dia enquanto estiver internado. Por exemplo, providenciam motoboy, chaveiro ou algum serviço de banco. Massagista, manicure, maquiador, cabeleireiro também estão à disposição. No Einstein, o paciente pode alugar um DVD. No Sírio, há uma programação cultural intensa com apresentações musicais e exposições. Um funcionário do hospital São José liga antes para o paciente que será internado para se certificar de hábitos alimentares e religiosos.

Fonte: Valor Econômico,31/05/2011

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