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Política: AMIB afirma que tempo médio em UTI?s teve aumento de um dia

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A Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB), acaba de divulgar dados do Sistema QuaTI (Qualidade em Terapia Intensiva), que revelou o aumento de um dia no tempo médio de internação nas UTIs brasileiras. O Sistema QuaTI (Qualidade em Terapia Intensiva) analisa um conjunto de indicadores que refletem o funcionamento das unidades de terapia intensiva. De acordo com os dados, em 2005, as UTIs registraram permanência média de pacientes de 5,7 dias enquanto que em 2006 esse número subiu para 6,7. A taxa mediana de permanência das UTIs públicas é de 9,2 dias enquanto que nas particulares é de 5,6.
Segundo Marcelo Moock, diretor da AMIB, um dos fatores que dificulta a redução da permanência é a falta de um caminho intermediário para transferir os pacientes que recebem alta das UTIs, mas que ainda precisam de cuidados especiais.
A AMIB se manifesta afirmando que não concorda com a implantação das semi-intensivas ou unidades de cuidados intermediários em hospitais que não dispõem de UTIs. A entidade acredita que o papel da semi-intensiva é reduzir o tempo médio de permanência nas UTIs. Assim a considera um recurso útil, desde que o hospital disponha de leitos suficientes de tratamento intensivo.

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