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Pesquisa mostra queda de 3,9% nas internações

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Os estabelecimentos de saúde com internação no país tiveram queda de 3,9% entre os anos de 2005 e 2009, o que representou 280 unidades a menos. A redução ocorreu especificamente no setor privado (-8,9%), que perdeu 392 unidades. No setor público, houve crescimento de 4,1%, com aumento de 112 unidades. A diminuição nos estabelecimentos privados de saúde com internação ocorreu em quase todas as grandes regiões, com exceção da Norte, que teve aumento relativo de 2,3%. As regiões que mais perderam estabelecimentos são a Centro-Oeste (-7,8%) e a Nordeste (-5,6%). No setor público, os maiores aumentos foram nas regiões Norte (9,3%) e Sudeste (7,3%).
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A constatação faz parte da Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária (MAS) 2009, divulgada hoje (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O estudo, feito em parceria com o Ministério da Saúde, traça o perfil da oferta de serviços de saúde no país, a partir da investigação dos estabelecimentos do setor, públicos e privados, com ou sem internação.
O levantamento revela que as unidades de saúde sem internação aumentaram 22,7% entre 2005 e 2009. Respondendo por 72,2% dos estabelecimentos do setor, elas são, em sua maioria, públicas (69,8%), embora a proporção venha caindo, já que o setor teve crescimento de 3,5% ao ano, contra 9,9% do setor privado, no período pesquisado.
Os perfis dos estabelecimentos de saúde sem internação são distintos conforme a natureza: dos públicos, 72,4% eram de atendimento geral e 6% especializados; dos particulares, 3,2% eram de atendimento geral e 60,4 % especializados.
Ainda segundo o levantamento, do total de estabelecimentos sem internação, apenas quatro em cada dez tinham serviços de apoio ao diagnóstico ou procedimentos terapêuticos, contra nove em cada dez dos com internação.
O atendimento ambulatorial sem médico (que inclui serviços de imunização, parteiras etc) era oferecido em 8.017 estabelecimentos sem internação em todo o país, com maiores proporções nas regiões Norte (20,6%) e Centro-Oeste (20,0%), contra apenas 10,7% na Região Sul.
Os serviços de emergência no país somavam 6.999 estabelecimentos e têm no Sistema Único de Saúde (SUS) a principal fonte financiadora (79,4%). Já os estabelecimentos que só realizam exames ou procedimentos terapêuticos (serviço de apoio ao diagnóstico e à terapia) aumentaram 32,9% entre 2005 e 2009. O setor privado respondeu por 90,8% deles e o setor público, embora detenha apenas 9,2%, teve crescimento de 60,4%, atingindo 97,3% na Região Nordeste.
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