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Parque tecnológico da Bahia quer se tornar pólo médico-hospitalar

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O Secretário de Saúde do Estado da Bahia, Jorge Solla, e o Secretário da Ciência, Tecnologia e Inovação, Paulo Câmara, apresentaram nesta última quinta-feira (26), o projeto, em construção, do Parque Tecnológico da Bahia, com 1 milhão de m², localizado em Salvador. Com investimento de aproximadamente R$ 60 milhões em recursos do governo do Estado, município e Ministério da Ciência e Tecnologia, o empreendimento ambiciona estar entres os cinco pólos médico-hospitalares do Brasil até 2010.
Além de grande foco na área da Saúde e Biotecnologia, o parque visa também atrair empresas dos segmentos de Tecnologia da Informação, Comunicação, Engenharias, Energias. A primeira etapa do parque, chamada TecnoCentro, está em fase final de obras e deve ficar pronto no segundo semestre deste ano. O centro terá 24 mil m² de área construída, incluindo incubadoras, auditórios, salas, bibliotecas, praças de convivências, restaurantes e cafés.
?Queremos ser um instrumento de atração de pesquisa de ponta, com pesquisas universitárias, incubadoras e empresas de base tecnológica. E para atrair tais companhias existe a concessão de benefícios financeiros e fiscais?, explicou Câmara.
Foi aprovada a redução de 5% para 2% no Imposto sobre Serviços (ISS) para as empresas que se instalarem no parque. O projeto também concede isenção de Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) e Imposto sobre a transmissão de bens imóveis (ITIV).
Outros incentivos fiscais para projetos ligados ao parque estão sendo trabalhados como um pacote de benefícios, voltado a atividades de base tecnológica fundamentados em pesquisa e desenvolvimento. Estão previstos ainda concessão de bolsas diferenciadas, que chegam até R$ 20 mil, para pesquisadores.
A chamada pública para licitações deve acontecer entre os meses de junho e julho.
Estado promissor
De acordo com os dados da Associação de Hospitais e Serviços de Saúde da Bahia (Ahseb), o setor movimenta cerca de R$ 350 milhões mensais, entre compra de equipamentos, insumos e pagamentos de rede credenciados por operadoras de plano, movimentando mais de R$ 4 bilhões por ano.
Segundo o Secretário Jorge Solla, nos últimos quatro anos, os investimentos do governo na rede pública ultrapassaram os 12% exigidos. Em 2010, foram a rede no Estado foi ampliada com a inauguração dos hospitais do Subúrbio, em Salvador, Estadual da Criança, em Feira de Santana.
?Mais de 1200 leitos foram abertos, incluindo ampliação de 362 leitos de UTI, um incremento histórico de mais de 80%, em apenas quatro anos?, disse.

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