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País está entre os cinco mais apreensivos

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Uma pesquisa realizada pelo Ibope Inteligência, em parceria com a rede global de pesquisas Worldwide Independent Network of Market Research (WIN), mostrou que 36% dos brasileiros estão preocupados com a proliferação do vírus Influenza A (H1N1). Também apontou que 40% dos pesquisados acreditam que o Brasil está preparado para enfrentar a pandemia. O país não foi o único a participar da pesquisa, realizada entre o final de junho e início de julho deste ano, no total foram 19 países e 18.558 pessoas pesquisadas, 2 mil do Brasil.
O nível de percepção do preparo do País é tido como baixo. Mas o Brasil está entre as cinco nações que mais se preocupam com a doença. O maior nível foi encontrado na China, com 64% das pessoas.
A apreensão com a pandemia também atinge o governo federal. Na próxima terça-feira, 11, a Câmara dos Deputados promove uma comissão-geral para discutir as ações adotadas pelo governo para combater a nova gripe. Entre os participantes do debate estão o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, além de secretários estaduais de Saúde; infectologistas e diversos especialistas em saúde pública.
Nos Estados novas ações surgem todos os dias. A Secretaria da Saúde do Paraná, por exemplo, anunciou esta semana que todas as cirurgias eletivas que precisarem de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) estão suspensas por 30 dias no Estado. Segundo a secretaria, a razão é uma reserva técnica de leitos para atendimento a pacientes com doenças respiratórias graves, entre elas a gripe suína. Só este ano, foram registrados 1.219 óbitos causados por esse tipo de doença.
No mundo
Outro tipo de consternamento a respeito da pandemia de gripe vem da Organização Mundial da Saúde. Mas, neste caso, a preocupação é com a aprovação rápida das vacinas contra a gripe, ou seja, sem alguns testes clínicos. A organização recomendou países que pretendem utilizar as vacinas nestas condições, entre eles os da Europa e os EUA, façam uma vigilância intensa sobre a segurança dos pacientes e a eficácia da fórmula após a vacinação.

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